segunda-feira, 25 de agosto de 2014 0 comentários

Queremos um Banco Central independente do mercado e com forte controle e participação social. E não isso que propõe Marina, via Itaú.

Para o movimento sindical bancário e do ramo financeiro, o Banco Central deve sim, ser independente, mas do mercado financeiro e com diálogo com a sociedade, com representação da sociedade e com forte controle social. E defendemos com vigor os bancos públicos e a democratização do sistema financeiro.  

Itaú, via campanha da Marina propondo independência do Banco Central. Faz-me rir

Não essa "independência"  que propõe a campanha Marina Silva, através de uma das principais acionistas do banco Itaú, Maria Alice Setúbal. Por essa "independência" do BC que propõe Marina, o mercado daria as cartas totalmente no Banco Central, o que poderia se traduzir em pouco crédito para a agricultura familiar, para a construção de casas, porque banqueiro de banco privado não dá qualquer contrapartida pra sociedade. Alguém duvida?
Carlos Cordeiro resumiu o que significa a dita independência.

Quem escreveu sobre o assunto e com muita propriedade, foi Carlos Cordeiro, presidente da ContrafCUT,Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro,da UNI Américas Finanças e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.


Leia o artigo do Carlos Cordeiro, publicado no Brasil247:

Por um Banco Central independente do mercado financeiro

A sinalização da candidata Marina Silva de conceder autonomia ao Banco Central, anunciada pela coordenadora de sua campanha Maria Alice Setúbal, uma das principais acionistas do Banco Itaú, tem o mérito de trazer esse importante tema para a agenda do debate nacional e de delimitar com mais clareza os projetos que estão em disputa nas eleições de outubro.

A Constituição de 1988 confere ao Banco Central o papel de zelar pela estabilidade do poder de compra da moeda e pela solidez do sistema financeiro. Sua diretoria é nomeada pelo(a) presidente da República e sancionada pelo Senado Federal. Para cumprir essas funções, dispõe de um conjunto de instrumentos de política monetária, entre elas o manejo da taxa básica de juros, dos depósitos compulsórios e da taxa de redesconto.

 Na prática, o BC já goza hoje de autonomia absoluta em relação ao Poder Executivo, a ponto de frequentemente adotar medidas que vão na contramão da política econômica do governo e contra os interesses da sociedade. Ao contrário, as diretorias do Banco Central nas últimas décadas vêm atuando em defesa do mercado financeiro. É tamanha a promiscuidade que quase todos eles, quando deixam o BC, vão trabalhar nos bancos. Não é por outra razão que o Bacen é popularmente conhecido como "o sindicato nacional dos banqueiros".

 Mas o mercado financeiro quer mais do que isso. Ele não perdoa a "heresia" dos dois últimos governos de usar os bancos públicos para expandir o crédito e reduzir juros e spreads após a crise de 2008, e a posterior redução da taxa Selic.

 Numa ponta, o mercado exige autonomia total do Banco Central, assegurada em lei, com poderes para estabelecer suas próprias regras e mandatos. Isso significa institucionalizar um quarto poder, paralelo e permanente no centro de decisões estratégicas do país, formado pela casta financeira, sem passar pelo voto popular. É o assassinato da democracia.

 Na outra ponta, o mercado financeiro mobiliza todo o seu poder para derrotar nas urnas o atual governo, que considera excessivamente intervencionista e um entrave para a liberalização total dos mercados. 

Recentemente, o Santander aconselhou seus clientes de alta renda a votarem contra a reeleição da presidenta Dilma Rousseff. Não é mera coincidência o fato de a promessa de autonomia do BC num eventual governo Marina Silva parta de uma das principais acionistas do Itaú.

 Isso tudo ajuda a esclarecer qual é o jogo que está sendo jogado e mostra para a sociedade brasileira a urgência de se fazer o debate sobre qual o sistema financeiro que o Brasil precisa e qual o papel do Banco Central.

 Nós defendemos um BC independente dos bancos e a democratização do sistema financeiro, com a participação da sociedade.
segunda-feira, 18 de agosto de 2014 0 comentários

E meu primogênito, Rogério, faz hoje 38 anos. Bom e suave é o tempo... Parabéns, filhote!

Vida de mãe, avó, bancária, sindicalista, cutista, petista, não é moleza. Coincidiu que a festa de aniversário dos 38 anos do meu primogênito, Marcos Rogério, cai na mesma hora do lançamento do comitê sindical #Dilma13 #Helder15 #PauloRocha131. E como tou junto com o povo que organiza o comitê, preciso estar lá.

Tem nada, não. Vou ao lançamento às 18:30 e depois voo pra casa, aonde tem uma reserva sem fim de carinho, lasanha, risos, aconchego. E ainda vou ver a Dilma no Jornal Nacional.

Filhote amado, meus parabéns e que sejas sempre abençoado e iluminado nas tuas andanças na vida. Saúde, paz e vitórias, meu filho.

Te amo. Algumas imagens desses 38 anos de vida.

Eu e meu pequeno Rogério, sendo amamentado.

O menino Rogério e o outro tio, Zé Wilson, que também se foi.

O então menino olha o tio Beto (à esquerda) que se já foi dentre nós.

Adriano, Silvinho, eu e Rogério: na posse como presidenta do Sindicato dos Bancários, em 1998.

Rogério, com meu neto Leonardo que neste ano vota pela primeira vez, aos 16 anos.


Num dia de eleição, em 1982. Eu, Silvinho e Rogério.

Marcos Rogério e Silvinho. 4 anos separam as duas idades.

Carteirinha do INSS, ainda Inamps

O menino na minha barriga, naqueles idos de 1976.

E agora, esse homão....

sexta-feira, 15 de agosto de 2014 0 comentários

Cris e Heider estarão entre os 2.500 atletas nos jogos da Fenae/14, em Goiânia. Borilá, Pará!

Paraenses, Cristiane Aleixo (atletismo) e Heider Alberto (Futebol society) são 2 dos 2.500 atletas funcionários da Caixa que, de amanhã até 24/8 participam dos Jogos da Fenae, a federação das associações do pessoal da Caixa. Do Pará, são 76 atletas, mais 3 coordenadores e 6 colegas da equipe técnica.

Em nome do Cris e Heider, meu abraço à Fenae, ao compas Jair Pedro e Pedro Eugênio, à delegação da região Centro Norte, a todo o timaço de atletas bancários, time valoroso que arranja tempo pra trabalhar na Caixa, enfrentar o sufoco de ser bancário e ainda se dedicar ao esporte.

Meu abraço, atletas da Caixa!
Cris com a roupa oficial da APCEF.Pa: indo à corrida em Goiânia.
Heider, no lançamento da campanha nacional dxs bancárixs, em Belém, dia 14/8/14


Cris no 8 de Março/2014, em Belém. Semana passada, ficou em 2º lugar na milha do economiário
A bonita logomarca dos Jogos da Fenae

No SESI Goiânia vão rolar os jogos da FENAE.

domingo, 10 de agosto de 2014 1 comentários

Papai me ensinou com abraço coisas simples e eternas: gostar de gente, estender sempre a mão... Feliz Dia dos Pais, seu Heraldo!

Como sinto falta desse abraço apertado que papai me deu anos atrás na casa da minha mana Ana Rosa, em Fortaleza, sob o olhar carinhoso da mamãe. Um abraço que transmitia tudo: amor, colo, força, carinho e que dizia no aconchego, filha tou contigo. 

Agora, paizinho abraça outros no andar de cima, de onde nos olha. Pai, tu sabes que te amo e que esse amor atravessa vidas. 

Foi com exemplo que papai me ensinou a gostar de gente, da vida, de animais, do mar, de plantas e de rir até de mim mesma. Passou princípios e ensinamentos de generosidade e solidariedade com mais abraços e prática que carões. Papai me empurrou pro estudo, pro conhecimento como tábua de salvação na vida, mas sempre com olhar firme, inclusivo e atento nas pessoas. Estender a mão, sempre, julgar só muito depois e se for preciso. Repartir o que tem. Mamãe dizia que ele tirava a camisa do couro se alguém tivesse sem roupa. Generoso e bem humorado como poucos.

Seu Heraldo, te amo! 
A bença, pai.
Esse abraço atravessa o tempo...

Parece que tou ouvindo ele se rebelar: e eu sou criança?

sexta-feira, 8 de agosto de 2014 0 comentários

Na família, é chegado o tempo das leonices. Hoje é o niver do Antonio, meu mano.... Parabenzaço

Família lembra amor carinho, festa, aconchego, barulho e alegria. E os aniversários vêm de carrada e tudo é motivo pra comemorar. Este é o tempo dos leoninos e das leonices. Já teve o do Ana Paula, hoje é do meu mano mais velho, Antonio e dia 12, do Marco Aurélio. Dia 18, do meu primogênito Rogério. 
 Meu beijão e parabéns, família amada!
Meu mano mais velho, Antonio: apaixonado pelo mar, por barcos...
Minha sobrinha-filhota Ana Paula e filhote dela, Pietro

terça-feira, 5 de agosto de 2014 0 comentários

Aneel autoriza abusivo aumento de 34% nas contas de luz no Pará. Desde a privatização, em 1998, CELPA já aumentou a conta em mais de 400%, contra uma inflação que não chega à metade.

Pro bolso dos paraenses, este agosto será mês de desgosto. É que a Aneel - Agência reguladora das centrais elétricas, autorizou hoje (5/8) o amargo reajuste de 34,34% nas contas de energia elétrica já a partir de agosto. O péssimo e caro serviço é prestado da Celpa/Equatorial passa a ter uma subida de 34,34%,segundo informa o DIEESE. Quem paga hoje 100 reais, passa a pagar R$134,34.

É o 15º reajuste de energia elétrica da Celpa desde a privatização feita pelos tucanos em 1998, e já acumula um percentual de mais de 417,33% de reajuste desde a privatização, contra uma inflação de 176,75% no mesmo período. Ou seja, a inflação não chega à metade do que já pesou o reajuste de luz no nosso bolso!

Ainda segundo o Dieese, na prática teremos dois reajustes, o 1º na conta direta dos consumidores residenciais pelo uso da energia e o 2º no repasse para os preços pelo Setor Empresarial (grandes consumidores) que também tiveram reajutes de cerca de 36%. O reajuste autorizado no dia de hoje pela ANEEL está entre os maiores do país este ano.

A recente 14ª plenária estatutária da CUT nacional aprovou a moção apresentada pela delegação paraense presente à plenária, em Guarulhos/SP, de 28 julho a 1º de agosto, em que reivindica a federalização da CELPA/Equatorial. Não tem porque a energia elétrica continuar privatizada e com efeitos tão danosos à população paraense!



domingo, 3 de agosto de 2014 0 comentários

Não me toque, não me bula e nem mexa comigo... que eu não ando sozinha. #SomosFortesSomosCUT

Na lide sindical, a gente anda muitas vezes na ponta da agulha mas, como diz Quintana, "eu não tenho paredes, eu só tenho horizontes". E vou levando a vida com leveza e alegria.

Boa semana que este agosto promete!

 
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