Nesses últimos dias as ruas, os corações, os sentimentos do povo brasileiro estão impregnados de uma energia boa, de amor, de generosidade, de acolhimento, de inclusão, de chega pra lá no preconceito, na discriminação, no ódio. Sinto o delicioso cheiro de jasmin e democracia em cada militante que tomou a campanha Haddad/Manu pra si e tem virado votos, conversado com calma e paciência com muita gente, construindo um caminho de unidade real, apesar de eventuais divergências, tão pequenas diante da legião que medonhos que ameaça nossas vidas e de nossos filhos, netos, netas.
Açoitada por mentiras, fakenews despejadas via zap e em muitas igrejas, a campanha Haddad/Manu resistiu à baixaria e encontrou um veio de luz e desse ponto, escancarou a alegria brasileira de sambar sobre a adversidade. Milhares de pessoas foram às ruas e o Brasil se encheu de Haddad, a única candidatura que permite o ir e vir, a família que se deseja ter, o direito e a oportunidade para todos e todas. A única candidatura que respira e democracia.
Haddad e Manu têm juntado contrários de todo tipo e eu amo isso. Está desperto e em plena atividade o que tem melhor em cada uma de nós. É amor em estado puro. Boto fé que podemos virar e vencer.
Como diz meu filho do meio, esse povo destemido vai vencer as trevas de Mordor.
🎀🎶
E é com negros, negras, jovens pobres, quilombolas, pessoas com deficência, minorias, gays, índios e índias, pela vida das mulheres e de todas as famílias, e com o povo vermelho que irei às urnas amanhã.
Com muita fé!
A curica pegou vento!
#ViraVoto
#BrasilViraHaddad
#Haddad13
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quarta-feira, 1 de julho de 2015
Amazônia,
contra redução maioridade penal,
CUT,
sindicalismo na Amazônia,
vitórias
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Não à redução! Vitória da luz contra as trevas e pelo menos agora nossas crianças não serão encarceradas...PEC 171 rejeitada
E julho/15 entra no 1º dia com notícias alvissareiras pra democracia e pras nossas vidas: Grécia resiste ao FMI e ontem, graças à luta e resistência das pessoas de bem, vencemos as trevas e a Câmara dos Deputados REJEITOU encarcerar nossas crianças, rejeitou a redução da maioridade penal! (Embora a maioria tivesse votado a favor desse horror, como é mudança na Constituição, faltaram 5 votos. E assim foi rejeitada a PEC 171 - Projeto de Emenda Constitucional).
Que respiro mais pai dégua!!! Alvíssaras! A luta continua, pois outros projetos trevosos devem voltar à pauta. Mas a gente deu um respiro comprido pra energizar a luta. E parabéns às juventudes lutadoras que não esmoreceram...
E hoje à noite, a partir das 18h30, na sede do Sindicato dos Bancários.Pa, em Belém, a 4ª e penúltima plenária macrorregional que a CUT.Pa promove, debatendo com sindicatos rurais, urbanos e movimentos sociais da regional metropolitana a construção da plataforma de lutas e como vencer desafios de se fazer sindicalismo na Amazônia, no Pará, com tantos ataques aos direitos, à democracia, aos sonhos e à vida...
Bom dia, resistência que não se abate e segue em frente com fé na vida e na luta!
#NaoMexeComigoQueEuNaoAndoSó
#SindicalismoNaAmazônia
#SomosFortesSomosCUT
===
Atualizado em 2/julho/15, às 8:15 -
O #CunhaGolpista fez uma manobra regimental exdrúla, autoritária e ilegal e botou novamente em votação, ontem (1º/7) o projeto da redução da maioridade penal, conseguindo aprovação da aberração. Um horror!
Enquanto isso, a CUT.Pa continua realizando plenárias debatendo democracia, direitos, organização, desenvolvimento.
Bom dia, resistência!
Que respiro mais pai dégua!!! Alvíssaras! A luta continua, pois outros projetos trevosos devem voltar à pauta. Mas a gente deu um respiro comprido pra energizar a luta. E parabéns às juventudes lutadoras que não esmoreceram...
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| A justa e bonita comemoração das juventudes, após a rejeição da monstruosa PEC 171 |
E hoje à noite, a partir das 18h30, na sede do Sindicato dos Bancários.Pa, em Belém, a 4ª e penúltima plenária macrorregional que a CUT.Pa promove, debatendo com sindicatos rurais, urbanos e movimentos sociais da regional metropolitana a construção da plataforma de lutas e como vencer desafios de se fazer sindicalismo na Amazônia, no Pará, com tantos ataques aos direitos, à democracia, aos sonhos e à vida...
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| Uma luz varrendo as trevas. Pelo menos por ora... |
Bom dia, resistência que não se abate e segue em frente com fé na vida e na luta!
#NaoMexeComigoQueEuNaoAndoSó
#SindicalismoNaAmazônia
#SomosFortesSomosCUT
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| De fora do Congresso, juventude comemora a derrubada da PEC 171, que quer botar na cadeia nossas crianças. |
Atualizado em 2/julho/15, às 8:15 -
O #CunhaGolpista fez uma manobra regimental exdrúla, autoritária e ilegal e botou novamente em votação, ontem (1º/7) o projeto da redução da maioridade penal, conseguindo aprovação da aberração. Um horror!
Enquanto isso, a CUT.Pa continua realizando plenárias debatendo democracia, direitos, organização, desenvolvimento.
Bom dia, resistência!
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| Foto da abertura da 4ª plenária da CUT.Pa, em Belém, na noite de 1º/7/15 |
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| O dia amanhecia hoje 2/715 em Belém e alua cheia ainda brincava no céu... Bom dia, esperança |
quarta-feira, 18 de março de 2015
Amazônia,
crimes hediondos,
CUT,
impunidade,
Massacre de Eldorado de Carajás
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Como ter solidariedade ativa e ajudar a quem se indignou e foi condenado por conta do Massacre de Eldorado de Carajás. Até 20 de março. SOS, verdadeira Justiça!
Como os valores estão invertidos, quem luta por justiça é que fica devendo e tem que pagar a conta. É o que está acontecendo com os compas Valdir Ganzer, Pedro Celso e Babá, que protestaram indignados com o resultado do primeiro julgamento do Massacre de Carajás, julgamento que inocentou todo mundo envolvido na chacina de 19 pessoas e mais de 70 feridos. O Massacre de Eldorado aconteceu em 17 de abril de 1996. Eu estive em Marabá e vi os corpos amontoados e aquele cheiro de sangue e pólvora nunca mais sairá da memória da minha pele. Esse horror completa 19 anos agora em abril.
Valdir Ganzer, Babá e Pedro Celso eram deputados federais pelo PT.PA em 1999 e o fato de se indignarem veementemente contra a injustiça do julgamento, os leva agora a ter que pagar 420 mil reais até 20 de março 2015. Os três, lógico, não têm essa quantia e como o tempo urge, peço a todxs que amam a justiça que contribuam com qualquer valor.
A conta é na Caixa Econômica Federal e a contribuição pode ser depositada na conta em nome de Valdir Ganzer e Pedro Celso nº 49947-5, OP 013, Agência nº 0883, da Caixa Econômica Federal (código do banco 104). O companheiro Babá fará sua campanha separadamente.
Para mais detalhes, leiam o texto abaixo:
Campanha em apoio a quem luta por justiça
A Justiça do Pará condenou três lideranças populares que protestaram contra o primeiro
julgamento dos responsáveis pelo Massacre de Eldorado do Carajás.
Os condenados são os companheiros Valdir Ganzer, Pedro Celso e João Batista Babá, que em 1999 exerciam os mandatos de deputado na Câmara Federal, por ocasião do julgamento de um dos fatos mais trágicos da história brasileira, após a ditadura militar - o Massacre de
Eldorado dos Carajás, que completa 19 anos no próximo dia 17 de abril de 2015.
O episódio, que jamais será apagado da memória das vítimas, dos envolvidos e da sociedade paraense e brasileira, resultou na morte de 19 trabalhadores sem-terra e mais de 70 feridos, entre os integrantes da “Caminhada pela Reforma Agrária”, que se deslocavam pela rodovia PA-150, na região sudeste do Pará.
Em 16 de agosto de 1999, ocorreu a primeira sessão do Tribunal do Júri, após um longo
período de muita luta proveniente da união das forças do Movimento dos Trabalhadores
Rurais Sem Terra (MST), do Centro pela Justiça e o Direito Internacional (CEJIL), de
parlamentares e familiares das vítimas, que forçaram o julgamento dos políciais militares,
responsáveis pelo massacre.
Porém, o resultado terminou inocentando os réus, provocando diversas manifestações
contrárias a tal procedimento por vários segmentos sociais, entre eles os então deputados
federais Valdir Ganzer (PA), João Batista Babá (PA) e Pedro Celso (DF), todos na época
integrantes do PT, que expressaram protestos legítimos e democráticos em sintonia com a
revolta popular, não só do povo do Pará, mas de todo país e de significativa parcela da
comunidade internacional, que acompanha a luta pela desconcentração da terra no Brasil.
Em abril de 2000 o Tribunal de Justiça do Estado do Pará, determinou a anulação do primeiro julgamento, prova de honestidade dos protestos da sociedade civil organizada e suas lideranças parlamentares.
Porém, o juiz que presidia o Tribunal do Júri, no primeiro julgamento, decidiu processar, em ação judicial, os três citados deputados, alegando danos morais. Ação foi concluída em
setembro de 2014 com a condenação ao pagamento de R$ 140.000,00 (cento e quarenta mil
reais) individualmente, totalizando R$ 420.000,00 (quatrocentos e vinte mil reais).
Os companheiros Valdir Ganzer, Babá e Pedro Celso dedicaram (e ainda dedicam) grande parte de suas vidas à militância política, denunciando e defendendo os interesses do povo brasileiro.
Foram fundadores do PT e sempre atuaram na luta por melhores condições para os
trabalhadores e trabalhadoras deste Brasil. Hoje, Babá está filiado ao PSOL.
Os condenados à pagar a grande indenização ao juiz não têm patrimônio para liquidar essa
dívida. Nós, familiares, companheiros, companheiras, amigos e amigas, irmãos de luta, estamos fazendo um grande esforço para arrecadar a referida quantia, por entendermos que essa condenação atinge a todos nós. Valdir Ganzer, Babá e Pedro Celso não agiram de forma
individual, honrando seus mandatos na defesa do interesse coletivo.
Com a esperança de vencermos o medo e a intolerância, apelamos para a solidariedade de
todos os companheiros que apoiam a luta pela justiça, consolidação da democracia e
fortalecimento da organização popular em nosso País.
Valdir Ganzer, Babá e Pedro Celso eram deputados federais pelo PT.PA em 1999 e o fato de se indignarem veementemente contra a injustiça do julgamento, os leva agora a ter que pagar 420 mil reais até 20 de março 2015. Os três, lógico, não têm essa quantia e como o tempo urge, peço a todxs que amam a justiça que contribuam com qualquer valor.
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| Compa Valdir Ganzer. |
A conta é na Caixa Econômica Federal e a contribuição pode ser depositada na conta em nome de Valdir Ganzer e Pedro Celso nº 49947-5, OP 013, Agência nº 0883, da Caixa Econômica Federal (código do banco 104). O companheiro Babá fará sua campanha separadamente.
Para mais detalhes, leiam o texto abaixo:
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| Castanheiras de Eldorado de Carajás, na curva do S: pra nunca esquecer o Massacre. |
Campanha em apoio a quem luta por justiça
A Justiça do Pará condenou três lideranças populares que protestaram contra o primeiro
julgamento dos responsáveis pelo Massacre de Eldorado do Carajás.
Os condenados são os companheiros Valdir Ganzer, Pedro Celso e João Batista Babá, que em 1999 exerciam os mandatos de deputado na Câmara Federal, por ocasião do julgamento de um dos fatos mais trágicos da história brasileira, após a ditadura militar - o Massacre de
Eldorado dos Carajás, que completa 19 anos no próximo dia 17 de abril de 2015.
O episódio, que jamais será apagado da memória das vítimas, dos envolvidos e da sociedade paraense e brasileira, resultou na morte de 19 trabalhadores sem-terra e mais de 70 feridos, entre os integrantes da “Caminhada pela Reforma Agrária”, que se deslocavam pela rodovia PA-150, na região sudeste do Pará.
Em 16 de agosto de 1999, ocorreu a primeira sessão do Tribunal do Júri, após um longo
período de muita luta proveniente da união das forças do Movimento dos Trabalhadores
Rurais Sem Terra (MST), do Centro pela Justiça e o Direito Internacional (CEJIL), de
parlamentares e familiares das vítimas, que forçaram o julgamento dos políciais militares,
responsáveis pelo massacre.
Porém, o resultado terminou inocentando os réus, provocando diversas manifestações
contrárias a tal procedimento por vários segmentos sociais, entre eles os então deputados
federais Valdir Ganzer (PA), João Batista Babá (PA) e Pedro Celso (DF), todos na época
integrantes do PT, que expressaram protestos legítimos e democráticos em sintonia com a
revolta popular, não só do povo do Pará, mas de todo país e de significativa parcela da
comunidade internacional, que acompanha a luta pela desconcentração da terra no Brasil.
Em abril de 2000 o Tribunal de Justiça do Estado do Pará, determinou a anulação do primeiro julgamento, prova de honestidade dos protestos da sociedade civil organizada e suas lideranças parlamentares.
Porém, o juiz que presidia o Tribunal do Júri, no primeiro julgamento, decidiu processar, em ação judicial, os três citados deputados, alegando danos morais. Ação foi concluída em
setembro de 2014 com a condenação ao pagamento de R$ 140.000,00 (cento e quarenta mil
reais) individualmente, totalizando R$ 420.000,00 (quatrocentos e vinte mil reais).
Os companheiros Valdir Ganzer, Babá e Pedro Celso dedicaram (e ainda dedicam) grande parte de suas vidas à militância política, denunciando e defendendo os interesses do povo brasileiro.
Foram fundadores do PT e sempre atuaram na luta por melhores condições para os
trabalhadores e trabalhadoras deste Brasil. Hoje, Babá está filiado ao PSOL.
Os condenados à pagar a grande indenização ao juiz não têm patrimônio para liquidar essa
dívida. Nós, familiares, companheiros, companheiras, amigos e amigas, irmãos de luta, estamos fazendo um grande esforço para arrecadar a referida quantia, por entendermos que essa condenação atinge a todos nós. Valdir Ganzer, Babá e Pedro Celso não agiram de forma
individual, honrando seus mandatos na defesa do interesse coletivo.
Com a esperança de vencermos o medo e a intolerância, apelamos para a solidariedade de
todos os companheiros que apoiam a luta pela justiça, consolidação da democracia e
fortalecimento da organização popular em nosso País.
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Amazônia,
Celpa,
CUT,
efeito danoso da privatização,
Pará,
privatizações
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Aneel autoriza abusivo aumento de 34% nas contas de luz no Pará. Desde a privatização, em 1998, CELPA já aumentou a conta em mais de 400%, contra uma inflação que não chega à metade.
Pro bolso dos paraenses, este agosto será mês de desgosto. É que a Aneel - Agência reguladora das centrais elétricas, autorizou hoje (5/8) o amargo reajuste de 34,34% nas contas de energia elétrica já a partir de agosto.
O péssimo e caro serviço é prestado da Celpa/Equatorial passa a ter uma subida de 34,34%,segundo informa o DIEESE. Quem paga hoje 100 reais, passa a pagar R$134,34.
É o 15º reajuste de energia elétrica da Celpa desde a privatização feita pelos tucanos em 1998, e já acumula um percentual de mais de 417,33% de reajuste desde a privatização, contra uma inflação de 176,75% no mesmo período. Ou seja, a inflação não chega à metade do que já pesou o reajuste de luz no nosso bolso!
Ainda segundo o Dieese, na prática teremos dois reajustes, o 1º na conta direta dos consumidores residenciais pelo uso da energia e o 2º no repasse para os preços pelo Setor Empresarial (grandes consumidores) que também tiveram reajutes de cerca de 36%. O reajuste autorizado no dia de hoje pela ANEEL está entre os maiores do país este ano.
A recente 14ª plenária estatutária da CUT nacional aprovou a moção apresentada pela delegação paraense presente à plenária, em Guarulhos/SP, de 28 julho a 1º de agosto, em que reivindica a federalização da CELPA/Equatorial. Não tem porque a energia elétrica continuar privatizada e com efeitos tão danosos à população paraense!
É o 15º reajuste de energia elétrica da Celpa desde a privatização feita pelos tucanos em 1998, e já acumula um percentual de mais de 417,33% de reajuste desde a privatização, contra uma inflação de 176,75% no mesmo período. Ou seja, a inflação não chega à metade do que já pesou o reajuste de luz no nosso bolso!
Ainda segundo o Dieese, na prática teremos dois reajustes, o 1º na conta direta dos consumidores residenciais pelo uso da energia e o 2º no repasse para os preços pelo Setor Empresarial (grandes consumidores) que também tiveram reajutes de cerca de 36%. O reajuste autorizado no dia de hoje pela ANEEL está entre os maiores do país este ano.
A recente 14ª plenária estatutária da CUT nacional aprovou a moção apresentada pela delegação paraense presente à plenária, em Guarulhos/SP, de 28 julho a 1º de agosto, em que reivindica a federalização da CELPA/Equatorial. Não tem porque a energia elétrica continuar privatizada e com efeitos tão danosos à população paraense!
domingo, 3 de agosto de 2014
alma brasileira,
Amazônia,
CUT,
luta por igualdade racial no trabalho e na vida,
lutas de gênero,
Mulher,
sentimentos,
tempo,
vacina contra medo
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Não me toque, não me bula e nem mexa comigo... que eu não ando sozinha. #SomosFortesSomosCUT
Na lide sindical, a gente anda muitas vezes na ponta da agulha mas, como diz Quintana, "eu não tenho paredes, eu só tenho horizontes". E vou levando a vida com leveza e alegria.
Boa semana que este agosto promete!
Boa semana que este agosto promete!
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Amazônia,
conflitos no campo,
CUT,
Dezinho,
Fetagri.Pa
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Delsão, mandante do assassinato de Dezinha pegou 12 anos. É pouco pro tamanho do crime, mas é uma vitória contra a impunidade.
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| O cartaz com a foto do líder sindical asasssinado por conflito agrário no campo. Foto: DiAssis |
Dezinho foi assassinado em 21 de novembro de 2000, em Rondon do Pará, sudeste do Estado. O líder sindical era presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais d e Rondon do Pará e uma das suas muitas lutas era pela desapropriação de terras para a reforma agrária na região. Foi assassinado por denunciar práticas de trabalho escravo e apoiar famílias de sem-terras.
Dirigentes da Fetagri.Pará , da CUT.Pa, trabalhadores e trabalhadoras rurais, movimentos sociais e pessoas ligadas ao fazendeiro Delsão -Décio José Barroso Nunes acompanham o julgamento no Fórum Criminal do Estado do Pará durante todo o dia de ontem. Muita gente ligada aos sindicatos de trabalhadores rurais chegaram bem cedo ao local e só arredaram pé após a sentença, almoçando na rua mesmo.
20 de maio -Em maio, CUT.Pa e Fetagri.Pa vão às ruas em Belém, Marabá, Santarém exigindo reforma agrária e atendimento à pauta de reivindicações da classe trabalhadora no campo. E combate vigoroso à impunidade de mortes no campo. O assassinato de Dezinho, por exemplo, foi denunciado às cortes internacionais e levou a OEA - Organização dos Estados Americanos a obrigar o governo brasileiro a assinar um acordo em 2010 pelo qual assumiu a responsabilidade pela morte e assumiu o compromisso de fazer os acusados sentarem no banco dos reús e adotar pra valer políticas de reforma agrária.
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| Antes de voltar pra Rondon, lideranças sindicais rurais comemoram a vitória. (Foto: DiAssis) |
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| N centro da foto, a viúva de Dezinho e dirigente sindical do Sindicato de Rondon. (Foto: DiAssis) |
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| A espera foi longa e o almoço foi na rua, perto do Fòrum, em Belém. (Foto: fb do DiAssis) |
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| Delsão, o mandante do assassinato: pegou 12 anos, mas vai recorrer em liberdade. |
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Amazônia,
Banpará,
comunicação democrática,
EBC,
marco civil da internet
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Como se constrói liberdade e vitória na rede. O marco civil tá aprovado e com neutralidade! Viva a liberdade! Sanciona, Dilma!
O vídeo a seguir mostra por que a neutralidade da rede era tão vital no projeto de lei do Marco Civil da Internet, aprovado ontem pelo Senado. CUT, o FNDC - Fórum Nacional pela Democratização das Comunicações, movimentos sociais, enfim, amantes da Liberdade lutaram muito pelo Marco Civil da Internet.
Há um senão grave no art. 15 e os movimentos esperam que a presidenta Dilma vete esse artigo.
É uma baita vitória da igualdade, da liberdade e uma derrota ao poderoso lobbie das teles e seus pacotes combão, tipo você vale quanto tem no bolso ou na conta-corrente.
Urru, arrá. Feliz eu. Snowden, valeu!
Assiste o vídeo (que tá aqui na aba direita do meu blog, também)
O que conquistamos com o marco civil da internet:
Uma das principais conquista da nova regra é a chamada neutralidade da Internet. Que garante a igualdade dos serviços prestados a todos os usuários. Ou seja, o tratamento isonômico de quaisquer pacotes de dados, sem distinção de preços para a oferta de conteúdo.
A regra determina tratamento igual para todos os conteúdos que trafegam na internet, independentemente da origem,destino, conteúdo, serviço, terminal ou aplicativo.
Outro ponto é a garantia de privacidade dos dados do cidadão.
O texto determina que as empresas desenvolvam mecanismos para garantir, por exemplo, que os e-mails só sejam lidos pelos emissores e pelos destinatários da mensagem nos moldes do que já é previsto para as tradicionais. (Blog do Planalto).
***
P.S - E hoje 23 de abril é o dia em que se comemora São Jorge Guerreiro, meu protetor. Viva São Jorge, nome da ilha, da praia de mar em que nasci.
CASSI -E parabéns aos compas lutadores da chapa 1 CASSI, plano de saúde do funcionalismo do Banco do Brasil. Chapa 1 deu um banho na eleição e venceu lindamente. Outra vitória pai dégua!. Procês da chapa 1 da CASSI, Carinhoso do mestre Pixinguinha, que faria hoje 117 anos se tivesse vivo e é homenageado pelo Google nesta data.
Nós na EBC -E como é muita vitória a comemorar, ergo um brinde ao fato de termos emplacado na lista da EBC - Empresa Brasil de Comunicação o nome da paraense e compa Heidiany Katrine Moreno, valente sindicalista, feminista e lutadora pela democratização da comunicação. A lista seguiu para homologação da presidenta Dilma!
Confirma, Dilma!
Há um senão grave no art. 15 e os movimentos esperam que a presidenta Dilma vete esse artigo.
É uma baita vitória da igualdade, da liberdade e uma derrota ao poderoso lobbie das teles e seus pacotes combão, tipo você vale quanto tem no bolso ou na conta-corrente.
Urru, arrá. Feliz eu. Snowden, valeu!
Assiste o vídeo (que tá aqui na aba direita do meu blog, também)
Uma das principais conquista da nova regra é a chamada neutralidade da Internet. Que garante a igualdade dos serviços prestados a todos os usuários. Ou seja, o tratamento isonômico de quaisquer pacotes de dados, sem distinção de preços para a oferta de conteúdo.
A regra determina tratamento igual para todos os conteúdos que trafegam na internet, independentemente da origem,destino, conteúdo, serviço, terminal ou aplicativo.
Outro ponto é a garantia de privacidade dos dados do cidadão.
O texto determina que as empresas desenvolvam mecanismos para garantir, por exemplo, que os e-mails só sejam lidos pelos emissores e pelos destinatários da mensagem nos moldes do que já é previsto para as tradicionais. (Blog do Planalto).
***
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| Perseu, netinho, com São Jorge. |
CASSI -E parabéns aos compas lutadores da chapa 1 CASSI, plano de saúde do funcionalismo do Banco do Brasil. Chapa 1 deu um banho na eleição e venceu lindamente. Outra vitória pai dégua!. Procês da chapa 1 da CASSI, Carinhoso do mestre Pixinguinha, que faria hoje 117 anos se tivesse vivo e é homenageado pelo Google nesta data.
Nós na EBC -E como é muita vitória a comemorar, ergo um brinde ao fato de termos emplacado na lista da EBC - Empresa Brasil de Comunicação o nome da paraense e compa Heidiany Katrine Moreno, valente sindicalista, feminista e lutadora pela democratização da comunicação. A lista seguiu para homologação da presidenta Dilma!
Confirma, Dilma!
terça-feira, 1 de abril de 2014
Amazônia,
coisas do Pará,
comissão da verdade,
ditadura,
perdas doídas demais
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Como se repara um golpe, se conserta uma dor, uma perda? Como se redesenha a esperança? E como é tão indecente a ditadura, grita o poeta!
Dando brilho à verdade/ Sem usar qualquer verniz/ Lembro de uma tempestade/ Destroçando este país.
Quem teve farda e maldade/ Fez nela tudo o que quis/ Com minha dignidade/ Eu protestei e não fiz.
Choveu chumbo sobre a terra/ Burros fugindo a galope/ Imaginaram ser guerra/ Quando era um simples golpe/ Um golpe na sociedade/ Ferindo a democracia/ Sepultando a liberdade.
Isto em plena luz do dia/ Cinquenta anos correram/ E de medo não corri/ Quantos lutaram e morreram/ Pela vida que vivi?/ Quantos foram aprisionados?/ Quantos? Quantos? Eu não sei./
Quantos foram torturados/ Pelos sonhos que sonhei?
Quanta gente boa e pura/ Que tanto o Brasil amou/ Mastigou na ditadura/ O pão que o diabo amassou?/
Quantos famintos ficaram/ Até hoje sem comer?/ Quantos viram e se calaram/ Tendo muito o que fazer.
Cinquenta anos passaram/ E continuo sonhando/ Meus sonhos não acabaram/ Eu é que estou acabando/
Mas na casa dos oitenta/ Vendo a velhice chegar/ Cinquenta anos, cinquenta/ Ainda quero sonhar.
Cinco décadas rolaram/ Pelo chão dos meus caminhos/ No qual as flores murcharam/ Sem que murchassem os espinhos/ E eu prossigo sonhando/ Com a justiça social/ Sonharei me acabando/ Até o minuto final.
O sonho, o sonho somente// pode o homem engrandecer./O sonho planta a semente/ Que faz o futuro nascer/ Quem sonhou com o comunismo/ Vivo ou morto honra seu povo/ Quem sonha o socialismo/
Não é velho, é sempre novo./
Oitenta anos eu tenho/ E me sinto uma criança/ O meu retrato desenho/ Com a tinta da esperança./
E ponho esta frase eloquente/ No alto da sua moldura:/ Nada existe tão indecente.
Quanto uma ditadura!!/ Cinquenta anos, cinquenta/ "Ah! Como a vida é ligeira!"/ Já não chove, o sol esquenta/ Folhas da minha mangueira./ Sou criança, não cresci/ Na minha Belém do Pará/ Porque sonhei, mereci/ Ser índio Tupinambá/
Estou nu e grito forte/ Meu sonho é minha coragem./Nasci caboclo do norte/ No tempo da Cabanagem/Digo o que penso e dizendo/ Voo como gavião/ Faço o que quero e fazendo/Todo pobre é meu irmão.
(Poema de autoria do poeta, escritor, dramaturgo e preso político da ditadura militar Nazareno Tourinho. Um amigo querido que tive a honra de trabalhar ao lado, no Banpará, em 1987, quando ele fundou a Afbepa - Associação dos Funcionários do Banpará. O nome do poema é "Cinquenta anos de sonho depois de um pesadelo").
***
Emoção a gente vive, sente, não contabiliza. Mesmo assim, três momentos me calaram na alma e arrupiaram meus cabelos todos hoje pela manhã, durante a instalação da Comissão da Verdade, Memória e Justiça dos Trabalhadores, ato realizado por todas as centrais sindicais, OAB.Pa e Dieese.Pa na sede da OAB. Um desses três momentos, foi ver e ouvir a voz forte do amigo Nazareno Tourinho invadindo o plenário da OAB ao declamar esse belo poema escrito aí em cima.
Marcado com maçarico -Outro instante que vai ficar grudado na memória da minha pele, foi ouvir o companheiro Moacir Martins, ex-presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil falando que no período trevoso da ditadura militar, o então dirigente sindical Raimundo Gomes teve as iniciais de seu nome marcados na barriga com um maçarico.
E as famílias? - E o ex-bancário do Banco da Amazônia, André Nunes foi o responsável pelo terceiro instante tocante. Com simplicidade e leveza ele falou de uma grande dor. A dor das famílias que no período da ditadura, tinham seus maridos e esposas demitidos assim sem que nem pra que. Justa causa sem saber a razão. Sem emprego, sem sustento, sem dignidade. E tudo pela ideologia de ser comunista. Ter o amor como guia. Como disse André Nunes, emocionando minha alma e de quem o ouvia: não dá pra ser comunista sem ser romântico, sem amor e sem amar a humanidade. E pediu que se conte o golpe às novas gerações de forma didática. E que a Comissão requeira uma reparação à dor das famílias.
Mais sobre o assunto aqui.
A velha mídia sustentando o golpe militar
Vídeo mostra a velha mídia como viga-mestra do golpe
Quem teve farda e maldade/ Fez nela tudo o que quis/ Com minha dignidade/ Eu protestei e não fiz.
Choveu chumbo sobre a terra/ Burros fugindo a galope/ Imaginaram ser guerra/ Quando era um simples golpe/ Um golpe na sociedade/ Ferindo a democracia/ Sepultando a liberdade.
Isto em plena luz do dia/ Cinquenta anos correram/ E de medo não corri/ Quantos lutaram e morreram/ Pela vida que vivi?/ Quantos foram aprisionados?/ Quantos? Quantos? Eu não sei./
Quantos foram torturados/ Pelos sonhos que sonhei?
Quanta gente boa e pura/ Que tanto o Brasil amou/ Mastigou na ditadura/ O pão que o diabo amassou?/
Quantos famintos ficaram/ Até hoje sem comer?/ Quantos viram e se calaram/ Tendo muito o que fazer.
Cinquenta anos passaram/ E continuo sonhando/ Meus sonhos não acabaram/ Eu é que estou acabando/
Mas na casa dos oitenta/ Vendo a velhice chegar/ Cinquenta anos, cinquenta/ Ainda quero sonhar.
Cinco décadas rolaram/ Pelo chão dos meus caminhos/ No qual as flores murcharam/ Sem que murchassem os espinhos/ E eu prossigo sonhando/ Com a justiça social/ Sonharei me acabando/ Até o minuto final.
O sonho, o sonho somente// pode o homem engrandecer./O sonho planta a semente/ Que faz o futuro nascer/ Quem sonhou com o comunismo/ Vivo ou morto honra seu povo/ Quem sonha o socialismo/
Não é velho, é sempre novo./
Oitenta anos eu tenho/ E me sinto uma criança/ O meu retrato desenho/ Com a tinta da esperança./
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| Apoiando a greve Banpará 2013 |
Quanto uma ditadura!!/ Cinquenta anos, cinquenta/ "Ah! Como a vida é ligeira!"/ Já não chove, o sol esquenta/ Folhas da minha mangueira./ Sou criança, não cresci/ Na minha Belém do Pará/ Porque sonhei, mereci/ Ser índio Tupinambá/
Estou nu e grito forte/ Meu sonho é minha coragem./Nasci caboclo do norte/ No tempo da Cabanagem/Digo o que penso e dizendo/ Voo como gavião/ Faço o que quero e fazendo/Todo pobre é meu irmão.
(Poema de autoria do poeta, escritor, dramaturgo e preso político da ditadura militar Nazareno Tourinho. Um amigo querido que tive a honra de trabalhar ao lado, no Banpará, em 1987, quando ele fundou a Afbepa - Associação dos Funcionários do Banpará. O nome do poema é "Cinquenta anos de sonho depois de um pesadelo").
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| André Nunes e Nazareno Tourinho |
Marcado com maçarico -Outro instante que vai ficar grudado na memória da minha pele, foi ouvir o companheiro Moacir Martins, ex-presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil falando que no período trevoso da ditadura militar, o então dirigente sindical Raimundo Gomes teve as iniciais de seu nome marcados na barriga com um maçarico.
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| CUT e todas as centrais sindicais, Neto (Comissão da Verdade Nacional), Dieese e OAB. |
Mais sobre o assunto aqui.
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| Roberto Sena(Dieese.Pa) e Paulo Roberto Ferreira: organizando o ato. |
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| Coleta de assinaturas para Lei da Mídia Democrática. |
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| A velha mídia: grande sustentáculo do golpe de 1964. |
Vídeo mostra a velha mídia como viga-mestra do golpe
terça-feira, 11 de março de 2014
Amazônia,
luta por igualdade racial no trabalho e na vida,
lutas de gênero,
medalha Isa Cunha,
Mulher
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Mulheres recebem a medalha Isa Cunha na Alepa e reivindicam urgentes medidas para a calamitosa situação da grande maioria de mulheres no Pará
Eu e mais 14 valorosas mulheres recebemos ontem pela manhã (10 de março/14), na Alepa - Assembleia Legislativa do Pará a honrosa Medalha Isa Cunha, símbolo de luta pelos direitos da mulher. Foi uma cerimônia bonita, com direito a canções, banda de música da Polícia Militar, afagos e contundentes reclamos, por parte de 29 movimentos sociais organizados de mulheres no Pará, a CUT dentre eles. Com muita alegria e o coração em festa fui indicada pelo companheiro deputado Alfredo Costa e pela bancada do PT para receber esta grande e significativa honraria. Brigada!
Em nome de 29 movimentos sociais organizados que lutam por direitos à mulher, a companheira Leny Campelo leu da tribuna da Alepa o documento construído unitariamente pelos movimentos e que expressam a situação de calamidade pública e discriminação porque passa a grande maioria das mulheres no Pará, em especial a mais pobre, a negra.
Também foi publicamente reivindicado o apoio e compromisso dos deputados e deputadas da Alepa no sentido de dar visibilidade para os problemas enfrentamento dessa situação. A primeira reunião "Esta é a maior homenagem que se pode prestar à memória de Isa Cunha e a todas as paraenses", leu Leny Campelo para presentes à cerimônia.
Situação calamitosa a da mulher paraense
Baixa renda e desigual - Cresce a participação das Mulheres no mercado de trabalho. Hoje somos mais de 40% da força de trabalho no Pará. Mais de 70% com escolaridade no ensino médio e superior completo. Por outro lado, uma parcela significativa realiza atividades precarizadas, ou sem remuneração. E, Mais de 46% RECEBEM até 01 salário-mínimo, sendo que, em 2011 eram 45,30%, caracterizando uma redução da pouca renda das mulheres.
A origem desta situação?
É o modelo de desenvolvimento que penaliza a todos os Paraenses, e em especial, as Mulheres. A rede de prevenção e proteção às Mulheres é insuficiente e o que existe enfrenta problemas operacionais, de falta de pessoal, de recursos materiais, entre outros.
Rede de saúde privatizada e desestruturada - O câncer de colo de útero, doença com alto índice de mortalidade entre as mulheres paraenses, avança diante de uma rede desestruturada e privatizada.
A Secretaria de Saúde, ao anunciar o início da Campanha de Vacinação contra HPV, para meninas de 11 a 13 anos, informa que “basta um simples exame, o PCCU, para garantir a prevenção”. Mas, isto não está garantido às Mulheres Paraenses.
HIV/AIDS -O Pará é o 9º do país e o 1º da região norte entre número de casos registrados de HIV-AIDS.;Essa incidência vem crescendo entre as mulheres principalmente entre meninas até 13 anos e mulheres jovens caracterizando essa doença como uma verdadeira epidemia entre as mulheres. Bem como os óbitos por AIDS que vem atingindo em sua maioria a população negra em Belém.
O Centro de Referência de Atendimento à Mulher – CRAM (antigo Maria do Pará) mudou de endereço e levou junto os problemas. Ele não existe no fluxograma da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos. ;E o serviço vêm sendo desmontado.
O CRAM realiza 08 novos atendimentos/mês, quando já chegou a fazer mais de 70. A equipe foi reduzida e conta com apenas 02 Psicólogas e 01 Assistente Social. O horário de funcionamento foi reduzido até as 14:00 horas.
Aluguel atrasado - A casa alugada, na Travessa Humaitá, está com 04 meses de aluguel atrasado. Por falta de pagamento não têm combustível. E, as Mulheres que lá chegam e precisem de um atendimento em outro órgão não podem contar com este apoio. E, ainda, por falta de pagamento o fornecimento de água para o consumo está suspenso. As salas de atendimento não são climatizadas. O único ventilador foi levado por uma técnica para minorar o calor, uma vez que, durante o atendimento, a porta da sala precisa ser mantida fechada.
Poucos mamógrafos -Os mamógrafos, se existem, não estão servindo às mulheres. Com uma população-alvo, de 50 a 69 anos, de 426.222 mulheres, apenas 7.368 exames foram realizados na rede pública, em 2012. Com certeza haveremos de ouvir que, estatisticamente, houve um incremento na realização de exames. É fato. Mas, é fato também, que quando o recomendado é de 80% de atendimento a população-alvo, estamos muito aquém do que precisamos.
Pessoal insuficiente - A Delegacia
Especializada de Atendimento à Mulher – DEAM que registra 600 ocorrências/mês,
funciona em condições precárias, com 02 Delegadas plantonistas, quando necessita de 04 a 08. O que acarretou em, aproximadamente, 500 medidas protetivas sem inquérito policial. A Delegacia não dispõe de Psicólogo/a e a recepção continua sendo “um caso de polícia”. Onde a Mulher fica exposta e sofre constrangimentos.
O que pedem as mulheres aos deputados e deputadas da Alepa
1. Que seja constituída Frente Parlamentar Feminina. Que esta Casa aprove a criação da Procuradoria da Mulher. E, que fortaleça o CONTROLE SOCIAL das Políticas Públicas para as Mulheres, assumindo o compromisso de garantir mais INVESTIMENTOS, no orçamento do Estado, às Políticas para as Mulheres. Em todas as áreas.
2. Que promova intermediação junto ao Governo do Estado do Pará, para que a voz feminina organizada, e que subscreve este documento, tenha espaço garantido na Rede Cultura de Comunicação e no Portal do Governo como caixa de ressonância publica da situação das mulheres no Pará. Material este sob controle do movimento social organizado. E, o mesmo se garanta na TV e Rádio Web da Alepa.
Aqui, a íntegra do documento lido ontem na Alepa.
Em nome de 29 movimentos sociais organizados que lutam por direitos à mulher, a companheira Leny Campelo leu da tribuna da Alepa o documento construído unitariamente pelos movimentos e que expressam a situação de calamidade pública e discriminação porque passa a grande maioria das mulheres no Pará, em especial a mais pobre, a negra.
Também foi publicamente reivindicado o apoio e compromisso dos deputados e deputadas da Alepa no sentido de dar visibilidade para os problemas enfrentamento dessa situação. A primeira reunião "Esta é a maior homenagem que se pode prestar à memória de Isa Cunha e a todas as paraenses", leu Leny Campelo para presentes à cerimônia.
Situação calamitosa a da mulher paraense
Baixa renda e desigual - Cresce a participação das Mulheres no mercado de trabalho. Hoje somos mais de 40% da força de trabalho no Pará. Mais de 70% com escolaridade no ensino médio e superior completo. Por outro lado, uma parcela significativa realiza atividades precarizadas, ou sem remuneração. E, Mais de 46% RECEBEM até 01 salário-mínimo, sendo que, em 2011 eram 45,30%, caracterizando uma redução da pouca renda das mulheres.
A origem desta situação?
É o modelo de desenvolvimento que penaliza a todos os Paraenses, e em especial, as Mulheres. A rede de prevenção e proteção às Mulheres é insuficiente e o que existe enfrenta problemas operacionais, de falta de pessoal, de recursos materiais, entre outros.
Rede de saúde privatizada e desestruturada - O câncer de colo de útero, doença com alto índice de mortalidade entre as mulheres paraenses, avança diante de uma rede desestruturada e privatizada.
A Secretaria de Saúde, ao anunciar o início da Campanha de Vacinação contra HPV, para meninas de 11 a 13 anos, informa que “basta um simples exame, o PCCU, para garantir a prevenção”. Mas, isto não está garantido às Mulheres Paraenses.
HIV/AIDS -O Pará é o 9º do país e o 1º da região norte entre número de casos registrados de HIV-AIDS.;Essa incidência vem crescendo entre as mulheres principalmente entre meninas até 13 anos e mulheres jovens caracterizando essa doença como uma verdadeira epidemia entre as mulheres. Bem como os óbitos por AIDS que vem atingindo em sua maioria a população negra em Belém.
O Centro de Referência de Atendimento à Mulher – CRAM (antigo Maria do Pará) mudou de endereço e levou junto os problemas. Ele não existe no fluxograma da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos. ;E o serviço vêm sendo desmontado.
O CRAM realiza 08 novos atendimentos/mês, quando já chegou a fazer mais de 70. A equipe foi reduzida e conta com apenas 02 Psicólogas e 01 Assistente Social. O horário de funcionamento foi reduzido até as 14:00 horas.
Aluguel atrasado - A casa alugada, na Travessa Humaitá, está com 04 meses de aluguel atrasado. Por falta de pagamento não têm combustível. E, as Mulheres que lá chegam e precisem de um atendimento em outro órgão não podem contar com este apoio. E, ainda, por falta de pagamento o fornecimento de água para o consumo está suspenso. As salas de atendimento não são climatizadas. O único ventilador foi levado por uma técnica para minorar o calor, uma vez que, durante o atendimento, a porta da sala precisa ser mantida fechada.
Poucos mamógrafos -Os mamógrafos, se existem, não estão servindo às mulheres. Com uma população-alvo, de 50 a 69 anos, de 426.222 mulheres, apenas 7.368 exames foram realizados na rede pública, em 2012. Com certeza haveremos de ouvir que, estatisticamente, houve um incremento na realização de exames. É fato. Mas, é fato também, que quando o recomendado é de 80% de atendimento a população-alvo, estamos muito aquém do que precisamos.
O que pedem as mulheres aos deputados e deputadas da Alepa
1. Que seja constituída Frente Parlamentar Feminina. Que esta Casa aprove a criação da Procuradoria da Mulher. E, que fortaleça o CONTROLE SOCIAL das Políticas Públicas para as Mulheres, assumindo o compromisso de garantir mais INVESTIMENTOS, no orçamento do Estado, às Políticas para as Mulheres. Em todas as áreas.
2. Que promova intermediação junto ao Governo do Estado do Pará, para que a voz feminina organizada, e que subscreve este documento, tenha espaço garantido na Rede Cultura de Comunicação e no Portal do Governo como caixa de ressonância publica da situação das mulheres no Pará. Material este sob controle do movimento social organizado. E, o mesmo se garanta na TV e Rádio Web da Alepa.
Aqui, a íntegra do documento lido ontem na Alepa.
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| Indicação da bancada do PT: Vera Paoloni, Isabel Rainha, Iracema Oliveira e Igina. |
- Repercussão da homenagem no Facebook:
- Aproveito e já agradeço todas as mensagens que recebi ao vivo, por whtasApp, email, sms, twiter, telefone, Facebook e sinal de fumaça. Beijão pra todoas vocês. E aqui, as fotos.
- Antonio Fernando Araujo Parabéns Vera Paoloni, e não poderia ser diferente..., pois você faz a diferença.
- Serginho Montelo Parabéns prima, vc é mais que merecedora dessa e de outras medalhas que, com certeza, ainda viram.
- Katia Figueira Vera Paoloni vc merece minha amiga. Defendendo o direito dos trabalhadores e trabalhadoras do nosso Pará e do nosso país!
- Mariano Haus Parabéns, guerreira. Você tem méritos. Respeito sua biografia de combatividade e de luta.
- Paulo Gaya Ah verinha...ainda bem que convidei para o café da manhã antes dessa medalha....e quando, finalmente, vieres ao café....terás que trazer a medalha..rsrsrsrsrsrs......Parabéns companheira,,,,
- Samuel Lima Você merece todo reconhecimento, menina-guerreira Vera Paoloni. Daqui do Cerrado te mando muitos beijos tapajoaras, e um muiraquitã de ternura e saudades!
- Luzia Miranda Parabéns, querida Vera, você merece todas as medalhas e diplomas disponíveis por ser uma mulher de garra. Beijo grande. Ontem estive dando aula na UFPA, dai minha ausencia para o abraço pessoal.
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| Em nome de 29 movimentos soiciais, Leny Campelo deu o recado. |
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| Som e música da melhor qualidade. |
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| Compas deputados do PT Zé Maria e Bordalo: com as indicadas pelo PT. |
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| Serginho, Eliana e Heládia: compas do time sindicalista bancário presente na cerimônia. Valeu! |
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| Medalha e diploma de agraciada. |
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