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quarta-feira, 24 de março de 2021 0 comentários

E vou tomar a 1a dose de esperança neste 24 de março, Dia Nacional de Lockdown da classe trabalhadora: um grito por socorro, vacina, auxílio, emprego e vida!

 E chegou 24 de março de 2021, um lindo dia na minha vida. Dia de tomar a 1a dose de esperança contra Covid-19, na fila mais aguardada, em Belém. Ontem, ajeitei meu cabelo, separei meu melhor vestido, minhas máscaras, bolsa, sapato, fiz um cartaz e hoje descongelo hoje meu blog que tá parado faz tempo, tadinho, desde 31 de janeiro em pausa. E hoje, logo depois do almoço, vou até o Cassazum tomar a 1a dose de esperança, erguer meu cartaz, como    se fosse um brinde. 

Ontem, ainda,  enquanto escolhia, separava, arrumava o que vou levar hoje, bateu ao mesmo tempo uma emoção de alegria por ter a chance de tomar a vacina  e uma tristeza pelos que se foram e que sequer tiveram essa oportunidade. O Brasil tem hoje quase 300 mil vidas perdidas e bateu mais de 3 mil falecimentos em um único dia.    No Pará, em Belém e região metropolitana, lockdown até 29 de março por duas semanas. Mais de 10 municípios paraenses estão decretando lockdown, devido ao quase colapso no sistema público e privado de saúde!

Pra mim, como sindicalista CUTista, é simbólico da resistência tomar essa 1a dose no Dia Nacional de Lockdown (24/3), um grito de socorro nacional da classe trabalhadora por socorro por forma de vacinas já para todes, auxílio emergencial de 600,00, emprego e  #ForaBolsonaro.

Não poderia encerrar este post gitito sem agradecer muito à ciência, ao SUS, ao Helder, governador também chamado de Rei do Norte, ao Ed, prefeito. E minha gratidão, em nome da categoria bancária no Pará, ao deputado estadual do Pt. Pa, Carlos Bordalo, por ter solicitado ao governador Helder, a inclusão de bancárias e bancários na prioridade de vacinação. A categoria é essencial e está na linha de frente do risco a pandemia inteira. Basta olhar as filas no Banpará e Caixa, os dois pagadores de auxílios à população

E, pra terminar valendo, registro que meu coração está bem mais leve depois que o STF finalmente reconheceu ontem que Sérgio Moro é suspeito e Lula, inocente! Vou vacinar, então, com alegria e esperança saltando dos meus poros, do meu ânima! Teremos hoje e amanhã!

💓💗💚💜💜💛💙💋



segunda-feira, 4 de janeiro de 2021 0 comentários

Sitiada, Cuba produz a própria vacina e ainda vai dar de graça a alguns países. No Pará, vacina contra Covid 19 pode iniciar em fevereiro. Oremos!

 Inveja, raiva e tristeza. Esses são os sentimentos que me tomam cada vez que eu leio, vejo ou escuto que um país x ou y está vacinando contra a Covid 19.

Inveja de quem está sendo imunizada.

Raiva do governo Bolsonaro, Anvisa, de todos que são pedreira no caminho da cura. E raiva de quem votou no anticristo.

Tristeza de ver que o nosso Brasil  está conduzido pela insensibilidade, desumanidade, pra dizer o mínimo!

Ainda bem que o STF (Supremo Tribunal Federal) deu o poder a Estados e municípios de cuidarem de suas populações e aí, governos do Pará, Maranhão, Ceará, só pra citar alguns, têm agido a favor do povo no combate ao coronavírus e em proteção à vida.

No meio de tantas notícias medonhas, duas boas:

* Cuba, sitiada por sanções, produz a própria vacina contra a Covid 19, a Soberana 1 e 2 e, assim que ficar tudo ponto, vai vacinar toda a ilha e distribuir, de graça, a vacina a países caribenhos que têm pouco dindim para comprar o sonhado imunizante. É uma saliência maravilhosa, a de Cuba!

* o Pará, assim como outros Estados, tem um plano B para vacinar a população do Pará: contratou intenção de compra de duas vacinas, a que está sendo produzida pelo Butantan e a do consórcio Covax  Facility . Então, pode ser que em fevereiro tenhamos o comecinho da vacinação no Pará, se a Anvisa não continuar sendo uma barreira mortal.

Rezemos e lutemos!




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Quem imaginaria que 2020 seria assim? De aberrações, superações e maravilhosas atitudes diárias de heroísmo real.

 O texto a seguir é do meu filho, Sílvio, no face dele, em 31.dez.20:

  Quem imaginava que há doze meses, numa cidade inimaginável da China, Wuhan, surgiria um novo tipo de gripe, fora de controle, de difícil tratamento, que levou tantos milhares de vidas embora precocemente nesse ano; quem imaginava que isso se espalharia por todo o mundo? Que as capitais mais cobiçadas pelo turismo na Europa fechariam as portas a imigrantes, que as pessoas sucumbiriam sem que houvesse um tratamento eficaz contra o vírus? Provavelmente, quase ninguém. Me sinto pouco à vontade de escrever sobre as perdas, a dor das famílias que não sabiam se aquele parente, amigo ou amado retornaria do hospital.

 Nesse ano eu vi todo tipo de aberração, como um presidente ridicularizar a doença como uma gripezinha, que usar máscara era coisa de 'boiola' (sic!), que o brasileiro tinha que deixar de ser maricas. Vi o Brasil não iniciar os procedimentos para vacinação, ficando atrás de outros países latinos, como Argentina e México.

 Vi o absurdo de criarem desconfianças com essa ou aquela vacina, simplesmente porque foram criadas na China ou na Rússia, numa xenofobia direcionada a dois dos maiores parceiros econômicos do Brasil. Vi isso e muitas outras coisas que não deveriam existir num País democrático e nem em nenhum outro.

 Eu vi um homem negro ser assassinado por um policial americano, por asfixia, com o joelho no pescoço; e um brasileiro ser assassinado de forma parecida, por seguranças do Carrefour.

 Vi transformarem o auxílio emergencial numa crescente volta da inflação, desenfreada, no ponto mais crucial, que é a alimentação. Tudo mais caro, a cada ida no supermercado, o dinheiro valendo menos, já que sempre tem reajuste nos preços, quase semanalmente.

 Muita, mas muita coisa lamentável aconteceu em 2020.

Mas também vi surgirem heróis que sempre estiveram presentes e que nunca haviam sido reconhecidos. Vi médicos receberem o parabéns publicamente, nos prédios lotados de pessoas com medo de sair às ruas; vi, pela primeira vez, pessoas até então não valorizadas no sistema de saúde sendo reconhecidos como heróis, como os enfermeiros, técnicos, auxiliares e atendentes.

 Tenho o prazer e sorte de conviver com uma enfermeira há quase 15 anos e sei como foi árdua a luta, de como foi difícil de vê-la sair pra trabalhar durante o auge da pandemia, sem saber quando chegaria nossa vez de contrair o vírus, que nunca chegou em casa, com a Graça de Deus.

 Vi bancários trabalhando dez, doze horas por dia, também aos sábados, pra dar conta das filas, se arriscando a contrair o vírus, mas com determinação e coragem. Com compromisso não apenas aos seus empregos, mas com a população mais necessitada. Porque é na crise que surgem os verdadeiros heróis. Talvez agora o brasileiro compreenda que herói não é o participante do BBB, nem esse ou aquele cantor, tampouco um jogador de futebol. Podem ser craques, estrelas, feras na bola, mas pra ser herói é preciso um pouco mais, é preciso doação, sem esperar nada em troca, é preciso coragem e, acima de tudo, solidariedade.

 Esse ano de 2020 foi de crise, de dificuldades pra muita gente, um ano de dor pra muitas famílias; mas também um ano de resistência, que serviu pra desmascarar muita gente pequena.

 Meu desejo pra 2021?

Que seja um ano de esperança em dias melhores.


domingo, 3 de janeiro de 2021 0 comentários

Como ter vacina logo e as lutas por auxílio emergencial, democracia, vida, saúde: alguns desafios de 2021, o ano que prolonga 2020

 

Chegamos ao 1º domingo de 2021, 3 de janeiro, no calendário deixando pra trás 2020, um ano pandêmico, no qual quase 200 mil famílias brasileiras choraram a perda, para a Covid.19, de seus  amores, afetos e histórias. 

Um ano dialético, de intenso aprendizado, em que a corda bamba foi só o ponto de partida. Ano em que a ciência se mostrou indispensável, correu com as vacinas e que profissionais de saúde e o velho e bom SUS salvaram milhares de vidas. Ano em que   categoria bancária se mostrou essencial para atender a população, sob imensos riscos, assim como transporte, entregadores de aplicativos, supermercados farmácias, dentre outros. Ano em que, como sindicalista, vivi grande parte por aplicativos, fiz trocentas reuniões, ajudando a construir acordos coletivos para a categoria bancária no Pará. E que fizemos uma eleição nos bancários do Pará por app, com duas chapas e vencendo largamente! Que sobrevivemos!

 Um ano de sobressaltos pois, não bastasse o coronavírus que virou de ponta cabeça nossas vidas e rotinas, termos à frente do governo brasileiro, um insensível que debocha da letalidade do vírus e zomba da dor pessoas. E com este governo federal atuando para atrapalhar as possibilidades de cura, vacina. Iniciamos este 2021 sem seringas e agulhas e também sem a tão essencial prorrogação do auxílio emergencial, única renda de mais de 60 milhões de famílias brasileiras!

 Com zero vacina e zero auxílio, 2020 se foi, mas continuam  os impactos desse ano tormentoso.

Como atravessar 2021 o ano que está chegando com toda a carga de 2020?

  Com a disposição de resistência tecida e aumentada em 2020, tanto a resistência individual, como a coletiva. Tendo solidariedade e sororidade como princípios de vida e como bússola e estandarte o verbo esperançar, ensinado pelo mestre Paulo Freire:

 “ Esperançar é levar adiante

Esperançar é juntar-se com outros

Para fazer de outro modo...”.

 Então, que seja bem chegado 2021!

*      🎊 


P.S.:

O texto a seguir é do meu filho, Sílvio, no face dele, em 31.dez.20:

  Quem imaginava que há doze meses, numa cidade inimaginável da China, Wuhan, surgiria um novo tipo de gripe, fora de controle, de difícil tratamento, que levou tantos milhares de vidas embora precocemente nesse ano; quem imaginava que isso se espalharia por todo o mundo? Que as capitais mais cobiçadas pelo turismo na Europa fechariam as portas a imigrantes, que as pessoas sucumbiriam sem que houvesse um tratamento eficaz contra o vírus? Provavelmente, quase ninguém. Me sinto pouco à vontade de escrever sobre as perdas, a dor das famílias que não sabiam se aquele parente, amigo ou amado retornaria do hospital.

 Nesse ano eu vi todo tipo de aberração, como um presidente ridicularizar a doença como uma gripezinha, que usar máscara era coisa de 'boiola' (sic!), que o brasileiro tinha que deixar de ser maricas. Vi o Brasil não iniciar os procedimentos para vacinação, ficando atrás de outros países latinos, como Argentina e México.

 Vi o absurdo de criarem desconfianças com essa ou aquela vacina, simplesmente porque foram criadas na China ou na Rússia, numa xenofobia direcionada a dois dos maiores parceiros econômicos do Brasil. Vi isso e muitas outras coisas que não deveriam existir num País democrático e nem em nenhum outro.

 Eu vi um homem negro ser assassinado por um policial americano, por asfixia, com o joelho no pescoço; e um brasileiro ser assassinado de forma parecida, por seguranças do Carrefour.

 Vi transformarem o auxílio emergencial numa crescente volta da inflação, desenfreada, no ponto mais crucial, que é a alimentação. Tudo mais caro, a cada ida no supermercado, o dinheiro valendo menos, já que sempre tem reajuste nos preços, quase semanalmente.

 Muita, mas muita coisa lamentável aconteceu em 2020.

Mas também vi surgirem heróis que sempre estiveram presentes e que nunca haviam sido reconhecidos. Vi médicos receberem o parabéns publicamente, nos prédios lotados de pessoas com medo de sair às ruas; vi, pela primeira vez, pessoas até então não valorizadas no sistema de saúde sendo reconhecidos como heróis, como os enfermeiros, técnicos, auxiliares e atendentes.

 Tenho o prazer e sorte de conviver com uma enfermeira há quase 15 anos e sei como foi árdua a luta, de como foi difícil de vê-la sair pra trabalhar durante o auge da pandemia, sem saber quando chegaria nossa vez de contrair o vírus, que nunca chegou em casa, com a Graça de Deus.

 Vi bancários trabalhando dez, doze horas por dia, também aos sábados, pra dar conta das filas, se arriscando a contrair o vírus, mas com determinação e coragem. Com compromisso não apenas aos seus empregos, mas com a população mais necessitada. Porque é na crise que surgem os verdadeiros heróis. Talvez agora o brasileiro compreenda que herói não é o participante do BBB, nem esse ou aquele cantor, tampouco um jogador de futebol. Podem ser craques, estrelas, feras na bola, mas pra ser herói é preciso um pouco mais, é preciso doação, sem esperar nada em troca, é preciso coragem e, acima de tudo, solidariedade.

 Esse ano de 2020 foi de crise, de dificuldades pra muita gente, um ano de dor pra muitas famílias; mas também um ano de resistência, que serviu pra desmascarar muita gente pequena.

 Meu desejo pra 2021?

Que seja um ano de esperança em dias melhores.

 

terça-feira, 8 de setembro de 2020 0 comentários

Como se usa a máscara, nestes tempos de coronavírus? Varia de acordo com a negação/aceitação da existência da pandemia

Hoje é minha primeira viagem aérea longa desde março deste ano.Vou a trabalho e com o máximo cuidado possível, torcendo que resiliência e resistência estejam em sintonia fina. Com máscara cobrindo nariz e boca, álcool em gel e pitadas generosas de fé. Parece inacreditável, mas por aplicativos fechamos 3 acordos coletivos no Banpará, diversas reuniões de comitês, e trouxemos pro canto da sala  de casa, o banco, o sindicato, a CUT,o Partido,a família e as situações diferenciadas de colegas bancários. 

A viagem se dá nesta terça, 8 de setembro,no pós feriadão de 7 de Setembro/20 que lotou praias e igarapés no Pará e dia em que CUT e movimentos sociais foram às ruas dizer  ForaBolsonaro de ponta a ponta do país, no Grito dos Excluídos.

Aulas presenciais retornam hoje em Belém e muitas cidades do Pará. Muita gente no país exibindo a estupidez de ser contra a vacina pra proteger da Covid.19 que, mesmo com a real subnotificação, já registra 127.001 óbitos no país e 4.147.598.contaminados. No Pará, 6.269 óbitos e 208.560 casos. Com a boa notícia de que há uma queda na média móvel, pela 2a vez, em todo o país. 

Aliás, o uso da máscara nesta pandemia varia de pessoa pra pessoa de acordo com o que sente em relação ao coronavírus.Tem quem use sempre e corretamente,troque a cada 4 horas, lave, higienize, cuide com zelo de autoproteção e de proteção do próximo. Tem quem  use de acordo com a negação ou aceitação da pandemia, tem quem é culturalmente desleixado e aí,bota no queixo, no pescoço, na mão, no braço.

E assim,vamos vivendo um dia por vez! Celebrando estar viva, com saúde e, ao pisar fora de casa, de máscara! (A imagem é deste 7 de Setembro.20, em Curitiba.PR).



domingo, 16 de agosto de 2020 0 comentários

Qual é a sua história nesses tempos doídos de coronavírus?

Que história tens a contar destes 5 meses de coronavírus, medonha, apavorante moléstia que até 13h deste domingo, 16/ago, já enlutou 107.341 famílias?.Desse número, quase 6 mil no Pará! É muita zica  ter, ao mesmo tempo, duas infelicidades: Bolsonaro e o coronavírus.

 Eu tenho a minha e sei que cada família brasileira tem  uma história pra contar destes tempos de pandemia da Covid 19. São crônicas de dificuldades, temores, reinvenções, fome, dor, choro,  pequenas alegrias, desafios,  partidas,  reencontros, dúvidas, máscaras, lives, fake news, apreensões,  cuidados diários, enfim, a vida sendo vivida  em meio ao sobressalto,ao temor do invisível,  com nenhuma ou quilos de solidariedade. Como sindicalista, ainda acresço a esse rol, defender  intransigentemente a categoria bancária e a classe trabalhadora todos os dias, tarefa não só minha , mas de sindicalistas, esquerdistas, movimento sociais, pessoas de bem deste Brasil.


Por aplicativos comemoramos aniversários, rezando pra internet não cair  na hora dos parabéns.Torcemos por vídeo e zap cada pequena vitória, como participar de uma rifa,falar com alguém que queria colo físico e só poderia ser à distância,um novo curso,um novo amor, um emprego,um nascimento, o anúncio de uma gravidez,uma flor brotando nos jardins. Fizemos reuniões de vários matizes, construímos acordos, proteções.

Minha história nesses 5 meses teve tudo isso e também o ombro amigo do povo que atravessou comigo,em casa, esse período singular de tanto apoio em rede e tanta cumplicidade quieta, alarido.Povo que já se foi. A netinha Sophia foi morar com a mãe dela, o amigo foi pra perto do mar,aqui no Pará. E a amiga, para o frio do sul. Partidas necessárias. Deixaram sulcos, mas são partidas voos. 

Neste domingo, tive a felicidade de abraçar minha mais nova neta, Arya, que completou 7 meses ao lado da vovó e da bisa. Ela foi, mas na casa ficou uma energia de riso, amor, luz, cheirinho de bebê e um reconhecimento e afeto ancestrais.

E você, qual é sua história?




quarta-feira, 15 de julho de 2020 0 comentários

Como será agosto: corona vai embora de vez, ou volta de com força, abatendo famílias e marcando vidas com a dor?

Coronavírus já abateu  mais de 74 mil pessoas em todo o Brasil, na manhã desta 4a-feira, 15/julho/20 e dessas famílias enlutadas, mais de 5 mil no Pará, fico aqui imaginando o que acontecerá em agosto, agora que praias, balneários, restaurantes, bares, tudo está aberto, a fiscalização é uma miragem e o distanciamento, zero. Máscaras ao vento, nos queixos, penduradas. Ou nem isso...

O que teremos em agosto? Uma segunda onda brutal de adoecimentos e óbitos, ou o corona se foi das nossas vidas, aqui no Pará? Não consigo uma resposta, mesmo que a morte pela Covid-19 esteja em queda no Pará, assim como  a procura por postos de saúde tenha reduzido muito.

As indagações que me faço são muitas, enquanto destravo o broguito e vou passando nos sites, Twitter de quem estuda os números,  busca soluções para combater o corona. Deixo Bolsonaro de lado, pois ele é inimigo da vida e da saúde.

Vamos que vamos, pois dias 17 e 18 temos a conferência Nacional da categoria bancária e já na semana seguinte, inicia o processo de negociação com banqueiros e dirigentes de bancos públicos. Estarei, de novo, na mesa de negociação com o Banpará. 

Enquanto a vacina não chega, o isolamento social está cada dia mais rarefeito, vamos vivendo um dia por vez.

#RasgaCorona 
domingo, 22 de março de 2020 0 comentários

Agências bancárias são vetores de transmissão do coronavírus. Precisam ser fechadas para proteger a vida!

Interrompi neste domingo 22 de março de 2020, o ano sabático do bloguito, por conta do novo coronavírus, Covid-19, vendo a mortandade brutal na Itália, o crescimento acelerado da pandemia no Brasil e com os casos confirmados em Belém e toda região Norte. Interrompi para, em primeiro lugar, aplaudir profissionais de saúde que todos os dias estão ali, no focinho do vírus (e uma das minhas noras é do time da saúde que  atende o morador de rua), se expondo pra atender, amenizar sofrimento. E correndo risco. Meu aplauso também à imensa solidariedade de Cuba e da China. China que já conseguiu parar a propagação do Covid-19 e está agindo há 4 meses!


Mas a interrupção do ano sabático também se dá pela minha enorme preocupação com a forma criminosa como o presidente Bolsonaro vem tratando o coronavírus, chamando de "gripezinha" e até dando entrevista no Ratinho pra criticar governadores que têm agido:
 - Vão morrer alguns? Sim, vão, mas não podemos deixar esse cima todo que está aí pra prejudicar a economia".  Inacreditável!
Lula, ao contrário, diz: primeiro, salvemos as vidas e depois, cuidemos da economia. Tou nessa vibe.
E rogo aos céus e a quem de direito: interdite já Bolsonaro pra salvar o país!

Agências bancárias são vetores de transmissão - Como sindicalista bancária, e funcionária do Banpará, vejo com extrema preocupação a chegada do dia 25 de março, quarta- feira próxima, quando perto de 200 mil servidores e servidoras públicas lotarão agências e autoatendimentos do Banpará, em busca do salário. O Sindicato enviou carta aberta ao governador Helder Barbalho solicitando:";Decrete, em caráter de urgência, a suspensão do atendimento nas agências bancárias, resguardando somente o essencial, como a compensação bancária, numerário nas máquinas de autoatendimento e atendimento excepcional a quem não tenha cartão eletrônico. É uma medida necessária para obter sucesso no combate ao coronavírus em nossa tão amada terra".

O governo do Pará, ao contrário de Bolsonaro, tem adotado medidas pra conter o avanço do vírus, para proteger os mais desvalidos, mas manter agências  bancárias abertas é estimular o contágio, justo em um momento de cresciment da disseminação, o chamado pico. Com o agravante de que não tem álcool gel na imensa maioria das agências, não tem máscaras e a aglomeração nos ambientes fechados é um convite geral e irrestrito à transmissão do Covid-19! Não esqueçamos que o 2º caso de coronavírus no Pará é de bancária da Caixa.

Caixa, Bradesco e Banpará -O Sindicato dos Bancários do Pará, articulado com o Comando Nacional dos Bancários, tem agido insistentemente junto aos bancos em geral para proteger bancarios, clientes, usuários. Algumas medidas têm sido adotadas, mas insuficientes. O isolamento social precisa acontecer agora e escancarar agências bancárias, é um risco de morte, um atentado à vida! Três bancos aqui no Pará estão com políticas para atrair gente às agências. O Bradesco está num estacionamento de um shopping em Ananindeua cadastrando 10 mil contas de novos clientes, uma média de mil pessoas atendidas por dia.
 Isso precisa parar!
Na Caixa, além da cheia pelo PIS, seguro-desemprego, Paulo Guedes (aff) anunciou R$ 200,00 e as pessoas têm enchido as agências procurando esses R$ 200,00. E o Banpará, como eu já escrevi, tem um pagamento monumental para fazer em 3 dias!

 Não tem como combater, prevenir o coronavírus com as agências hiper lotadas, ou a entrada contingenciada e as pessoas do lado de fora, se aglomerando sob sol ou chuva.
Enquanto sindicato, estamos agindo em todas as frentes de batalha, pressionando os bancos e o governador precisa decretar o fechamento dos bancos, mantendo os autoatendimentos. 
Como diz o Lula, vamos primeiro cuidar das pessoas. 
Vamos proteger a vida! 
E ser solidário com quem está mais fraco, quem precisa mais de nós.
P.S - Quando tudo isso passar, vamos sair às ruas e abraçar todo mundo que lutou junto pra derrubar o vírus. Quero logo abraçar meu povo, minha noritcha Lizoca, meus médicos Paulo Fonteles, Márcio Maués, Isabel Medeiros, a querida Josie Mota e um tantão de gente querida que está na linha de frente do combate.
P.S 2 - Atualizado às 14:45: Bradesco suspendeu hoje o programa Fidelize, cadastramento de 10 mil contas em um estacionamento de shopping.
P.S.3Fenaban/banqueirada chamou nosso Comando Nacional de Bancários pra reunião por vídeo amanhã 11h, dia 23. Bancos precisam fechar e atender só o essencial. Não podem ser vetores de transmissão do coronavírus. Não podem ser pontos de contágio.
É preciso respeitar e garantir a proteção à vida e à saúde de bancários e clientes!
#TMJ
Acrescentar Banpará e BASA



Mensagem do dr Paulo Fonteles e de profissionais de saúde.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014 0 comentários

#NinguémMereceBolsonaro


Se tudo der certo, estarei nesse ato que a CUT e movimentos de mulheres farão amanhã, dia 17 às 14h em Brasília, em desagravo à Maria do Rosário e em repúdio ao deputado Bolsonaro. Hoje a Comissão de Ética da Câmara dos Deputados pediu a cassação do mandato do deputado incitador de estupros.
#ForaBolsonaro
#NinguémMereceBolsonaro
 
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