quarta-feira, 20 de janeiro de 2016 0 comentários

Como começar bem 2016: atitude, banho de ar, João Teimoso, vaso capilar, dieta de sucos, meditação... proteger o campo energético, fortalecer a esperança...Borilá!

Já estamos em 20 de janeiro de 2016 e o blog anda com saudade de uma escritazinha, um alento...

Então, borilá, que é tempo de fazer a pele respirar, arranjar um tempo diário para meditações e banhos de ar, técnica milenar de cobrir e descobrir o corpo para oxigenar a pele e ajudar todo o corpo, equilibrando o ph do organismo...

A desintoxicação começa por aí, com banhos de ar que precisam ser praticados durante 30 dias seguidos... E de forma suave, a agressividade vai sendo vencida.. Junto com os banhos,vem a meditação, beber água corretamente, fazer exercícios como peixinho, vaso capilar e João Teimoso, tudo aprendido no ABC da Saúde, ensinada pelo dr Yun e que conheci através da gurua da unibiótica, Matilde Schuch e da querida amiga Maria Oliveira, a Branquinha. 

Preciso retomar esse caminho que acabei deixando de lado ou fazendo só um pedaço. Minha mente, o desenfreado ativismo apontado pra este 2016 exigem essa pausa obrigatória pra fazer corpo e mente entrarem nos eixos, de forma alegre, esperançosa e saudável.

Não deixem de ler este post de 8 de novembro de 2013. No final, tem o banho de ar, miraculoso.

#Feliz2016
#MelhorandoTudoMelhorandoTodas


Taperebá...

Bacuri... (tão em falta este 2016)

Açaí...






Minha linda orquídea. Eu a tenho desde junho/2015



quarta-feira, 23 de dezembro de 2015 0 comentários

Como ser feliz fazendo feliz...Boas Festas e um 2016 pra lá de pai d'égua!!!

O que desejar neste Natal?
Que possamos distribuir amor, solidariedade, tenhamos saúde, riso e paz. 
Que sejamos felizes e façamos nosso entorno feliz! 
 E que recebamos 2016 com a alegria com que abrimos os braços e o coração pra um amigo amado chegado. Com a alma leve, boa dose de traquinagem e permitindo que a esperança  nos  envolva e nos anime. 
Dancemos com a vida!  
Muita energia pra atravessar o ano com alegria, esperança, tolerância e fé! 
 Boas Festas e Feliz 2016, meu povo do bem e da luta!
 (Vera Paoloni e família).





domingo, 20 de dezembro de 2015 0 comentários

Como o Natal sumiu da nossa sala e reapareceu em nossas vidas, todos os dias...

- Mamãe, mamãe, acorda, acorda por favor, vem ver mamãe... o Natal não tá mais na sala... 

Não sei se é o dindom do Natal chegando, se foi um cheiro,um som, um reclame na tevê, não sei bem o que foi, mas o baú das minhas memórias foi  sacolejado e se abriu diante de mim, guiado por aquele grito angustiado na vozinha de menino do meu filho mais velho, Rogério, então com 7 anos. E pulou pra fora  o Natal de 1983. Mais precisamente, a manhã de 24 de dezembro de 1983. 

- Mamãe, levanta rápido. O Natal, levaram o Natal, mamãe. A voz do meu pequenino era de desespero, de quase pavor e foi esse quase medonho som que conseguiu me despertar de vez. Ainda nem era 6 horas da manhã. Atrás dele, o irmão  menor, Silvinho, então com 3 anos, chorava em silêncio. Dei um pulo da cama, abracei os 2 meninos e fomos andando até a sala, Rogério me puxando. 

 - Olha, mamãe, o Natal sumiu e não fui eu, não fui eu, já quase chorava Rogério. Olhei pro lugar onde estava a grande árvore comprada na véspera e procurei com os olhos os presentes que ficaram arrumados embaixo da árvore. Só o lugar vazio. Fomos andando até a cozinha, que também deixáramos arrumada com panetone. Nada, nem uma mísera xícara.

Na véspera, 23 de dezembro, eu havia feito uma enorme compra com tudo de delícias para o Natal e também já a compra do supermercado de janeiro. Geladeira forrada e na despensa, muita comida e guloseimas. Toalha nova de mesa pro Natal, lençois novos, toalhas novas de banho, roupas pros dois meninos, sapatos. Gastei tudo que tinha e o que não tinha. 

Com que alegria, arrumamos tudo, montamos a árvore, quebramos bolas, o pisca-pisca enrolou muitas vezes e nós ajeitando tudo e nesse aconchego, colando carinho, sentimento e cumplicidade em torno da árvore. O que me fazia muito bem e diminuía um tiquinho a enorme culpa por ter presença tão escassa em casa, arrastada pelo trabalho e militância sindical e partidária, intensas. E agora, nem sombra da árvore de Natal,;nem dos presentes. 

Coração já apertado e adivinhando tudo,  abri a geladeira. Nada de peru, bolo, nega maluca,  sucos, refrigerantes. Nem carnes, nem peixes. Nada. Só 1 garrafa de água pelo meio. Nem o arroz com galinha tava mais ali. Tudo, absolutamente  tudo havia sumido. Desabei pensando no Natal pelado e no longo mês de janeiro pela frente sem nada. Cheguei a inicar um choro, mas parei ao ver os olhos dos meus filhos cheios de apreensão. 
- Deitem no meu colo. 

Sentei no chão, um filho deitado em cada perna e fiquei passando a mão na cabeleira de cada um, acalmando nossos corações. Falei baixinho pra eles: vamos fazer o Natal de novo. 

E veio do Rogério a solução: correu pro quarto,  pegou uma tesoura, cola e uma caixa de sapato vazia e botou o chão na minha frente:

- Mamãe, vamos arrumar o Natal. 

Até hoje não sei como, porque minha habilidade manual é zero, mas fizemos uma árvore com uma folha de papel, pintamos e grudamos na caixa de sapato. Silvinho colocou o único enfeite que não tinha sido levado: a estrela. Botamos aquele arremedo de árvore na sala e ficamos um tempão os 3 olhando a árvore.

Fiz um macarrão e comemos os 3, esticando os fios.

 Quanto caiu a noite, saí com os dois pra Praça da República e ali ficamos correndo, brincando, vendo as luzes da cidade até que o cansaço bateu em nós 3.

Voltando pra casa já depois de meia noite, Rogério me indagou com os olhos cheios d'água:
- Mamãe, não vai ter presente, né?
- Vai demorar, mas vai ter sim. E de hoje até o dia que chegarem os presentes, vai ter abraço e vocês dois vão poder dormir comigo.

Ele me abraçou, soluçou. Tava triste pelo Natal sem presentes e feliz em saber que haveria abraço sempre. Nessa noite, dormiu agarrado e mesmo dormindo, soluçava de vez em quando. 


Anos depois encontrei a moça que trabalhou uma semana em casa e fez esse escanagalho todo no nosso Natal de 1983. Chorou muito e me contou a triste história de uma mãe com 4 filhos pequenos, sozinha, sem nada pra eles ano após ano. Viu naquela comilança toda e tanto presente, uma chance de levar um pouco de comida e alegria pros seus na noite de Natal. E me fez fazer de cada Natal um espaço de agregação, de alegria, de agradecimento e de juntar os afetos. E de distribuir solidariedade, todo santo dia. E mais ainda no Natal. 

Neste Natal de 2015, peço aos céus que a fome não obrigue mais nenhuma pessoa a deixar outra sem nada. E que carinho, amor, paz e abraço sejam nossos maiores presentes.
Meu flhote mais velho, mamando aos 2 meses de idade.

Já homem feito, em foto recente, deste ano de 2015.
Nós em vários momentos.


Rogério com 2 aos, na praia de São Jorge.


Rogério com 2 meses, no Satélite.
Rogério com 7 anos.
Mais sobre lembranças dos filhotes:  

Aqui  e  aqui

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015 0 comentários

A alegria pede passagem pohaaaaaaa...hoje eu tomar um porre, não me socorre eu tou feliz....explode, coração!

Hoje eu vou tomar um porre, não me socorre, eu tou feliz! 
Fizemos em todo o Brasil atos pai d'éguas em defesa da democracia e contra o golpe. Em Belém, foi embaixo de chuva.
Levy se despediu em reunião e governo já procura substituto. 
Procuradoria Geral da República pediu a saída do Cunha. 
STF derrubou neste dia 17/dez/15 o voto secreto na votação da Câmara. 
Comissão votada na marra pró impeachment também não tá valendo.
Éguaaaa vou ter Natal pohaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!
Basta isso: um abraço, uma careta, felicidade...


Galera de casa, feliz neste 1º.jan.15, em Brasília. Posse Dilma!

Meu lema de vida e de luta!
Ruas molhadas, militância molhada em Belém e encarando chuva com alegria: não vai ter golpe!

Garoto no ombro do pai na caminhada de 3,5 km em Belém dia 16/dezq15: #ForaCunha!

domingo, 18 de outubro de 2015 2 comentários

Mãe, enxuga tua tristeza, dizia aquela vozinha de 5 anos tão gigante na ternura e na poesia... ou de como acalentar uma mãe chorona

Não sei se foi a perda de um grande amor, uma desilusão com amigos, uma promessa quebrada, dívidas sem solução, ou melancolia geminiana que essa é de doer, mas eu chorava e soluçava sem parar na minha cama. 

E chorava tanto que nem me dei conta que ele entrara e me olhava com seus lindos olhos castanhos e cheios de pergunta, um pano de chão, uma flanela velha e suja na mão, quase esfregando no meu nariz:

- Mamãe, enxuga a tua tristeza...

Botou o pano sobre meu rosto e me abraçou com os bracinhos tufados de amor e aconchego. Só tinha 5 anos de idade...Lágrimas congelaram na minha cara, elas todas sem nenhum sentido, diante de tanta ternura.
 Até hoje meu filhote do meio, Silvinho (ou Binho como eu o chamo até hoje) é assim: terno, atento e sem muitas indagações. Mas sempre pronto a acolher...
....
Tadinho do meu blog esquecido... tanta coisa acontecendo e contado noutros lugares que ele fica meio abandonado.. Borajá retomar as histórias de filhotes quando eram gititos...

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Silvinho com 1 anos de idade, em 1981

Aos 5 anos de idade, em 1985

Aos 6 meses de idade, em out/1980

Neste 2015 com seus 35 anos, com meus netinhos Arthur e Perseu

Com Lizoca, minha nora e a mulher eleita pra caminhar nesta jornada...

domingo, 27 de setembro de 2015 3 comentários

No Pégaso da imaginação, só viaja quem é do coração... ou da série minha meninada feliz...

- Hoje é dia de mamãe, me indagava Adriano com seus 4 aninhos,olhos graúdos e lindamente ansiosos?
- É domingo, sim, Ni, dia de mamãe.
- Então, vamos andar no Pégaso..
E enquanto eu arrumava ele e me arrumava pra irmos pra Praça da República ou pro clube, lá vinha a história do Pégaso, o lindo cavalo da mitologia grega. E a gente ia enchendo o lombo do Pégaso de gente querida pra voar sobre Belém, ir até Fortaleza, andar pelo mundo... O bilhete de passagem era ser do coração...
Pégaso, ter a mãe e praça aos domingos era o que Adriano mais ansiava a semana toda. Porque era a pausa pra família.
Tud pronto, eu disse a ele: 
-Filho, tá na hora de ir. Pégaso tá quase cheio. Só falta a Nanci. Nanci era a dedicada babá do Adriano. Só que ele não gostava dela e eu não sabia disso.
Adriano aos 3, 4 aninhos...


UNI e Adriano: muito amor

28 anos de muita cumplicidade e carinho...

Pégaso: quantas lindas e reveladoras viagens!

E ele:
- Não tem mais lugar, mamãe. Só se for na ponta da asa.
- Tudo bem, Rumbora.
Pégaso subiu com todos nós e de repente Adriano dá um grito:
- Mamãe, eu não te disse que o Pégaso tava muito cheio? A Nanci caiu.
Ploft.
Foi assim que eu descobri que naquele Pégaso só voaria quem fosse do coração.
***
Lembro disse neste bonito domingo 27/setembro/15, Dia de São Cosme e Damião, prediletos do Adriano e de toda nossa família.
Bom dia, alegria!


quarta-feira, 9 de setembro de 2015 0 comentários

Como está a saúde do Banpará neste setembro/2015, quando começam as negociações salariais, de condições de trabalho, carreira e vida...

Hoje (9/9/15, às 14:30) começam as negociações salariais 2015 com o Banpará, na Matriz do Banco, em Belém.Pará. O Banpará é um dos poucos bancos estaduais existentes. Pelo movimento sindical estarão presentes CUT.Pa, ContrafCUT, FetecCUTCentro Norte, Sindicato do Pará e Afbepa(associação dos Funcionários do Banpará). 

É um momento importantíssimo para a vida, salário, carreira e condições de trabalho dos quase 2 mil bancários e bancárias do Banpará e para os que virão, pois tem concurso aberto, com inscrição até 23 de setembro e prova a 18 de outubro. Importante, porque define como vai ser o futuro e como serão mantidos e ampliados direitos. E isso tem a ver com o tamanho e o vigor da nossa luta. 

Pra saber como está a saúde do banco e acompanhar a pauta de reivindicações, clica no linque da ArtBan


Aqui, a pauta de reivindicações 2015

E vamos à mesa de negociações com a esperança realista, como dizia nosso poeta Ariano Suassuna. Estarei na mesa representando com muita honra a CUT.Pa, na condição de funcionária do Banpará.

Esta foi a mesa de negociação vitoriosa de 2014. Hoje começa novo ciclo. E como estamos já no clima do Círio, que Nazica e São Jorge Guerreiro nos protejam e abram os caminhos. Axé!

quarta-feira, 26 de agosto de 2015 1 comentários

Entra em campo o time da resistência e que nunca se conforma em perder .... Bom dia, teimosia!

Éguaaaa do texto lindooo e escrito com ânima, com a sensibilidade de navega pelas letras como quem tá em casa num domingo à tarde, depois de 1 açaí...Não sou Paysandu, sou Leão, sou do time da resistência e assino embaixo de tudo que Glauco escreveu. Especialmente hoje, dia de grandes decisões e a 2 dias do 12° Congresso Estadual da CUT.PA que vai fazer 1 mergulho sobre a arte de perder, lutar, vencer  e continuar no time da esperança, sempre com fé na vida, entre choros de alegria e tristeza, renascendo sempre.

E nesta bonita e ensolarada quarta-feira 26/8/15 em que o Papão joga em Belém enfrentando o Fluminense pela Copa do Brasil, eu só tenho a agradecer pelo querido Glauco Alexander Lima ter escrito um texto  tão prenhe de história, de arte e de quem nunca perde a condição de teimoso, de produtor de alegria e fé no meio da tormenta.. e juntando nisso tudo Círio, açaí, fé, time de futebol e o estandarte da alegria e da esperança.





Bom dia,esperança. Bom dia, teimosia...


Sobre ser paraense e Paysandu

Ser paraense é historicamente perder. Torcer pelo Pará, por Belém do Pará, quase sempre é perder. Principalmente quando se é paraense dos segmentos mais pobres da população, que no Pará são a grande maioria do povo e o nível de pobreza ainda é muito profundo. Ser paraense é perder o ferro, o níquel, a bauxita, a madeira de lei, a floresta para o gado, perder importância econômica, política e social.

Ser paraense é fazer a Cabanagem e perder para a impiedosa força lusitana. Ser paraense é perder o porto para o Maranhão, a siderúrgica para o Ceará, a energia hidrelétrica para o Brasil todo.

Ser paraense é perder o açaí, o cupuaçu, grandes investimentos nacionais e internacionais, é perder porque tudo sai e pouco se reverte em desenvolvimento humano e em redução das brutais diferenças sociais no estado.

Ser paraense é perder relevância. É ser quase sempre preterido. E muitas vezes nem lembrado. Ser paraense é perder grande parte de seu território para uma divisão que, embora ainda não formalizada, já existe na vida real. Um estado que ainda não foi dividido, mas já está separado, um Pará desintegrado, que vê cada vez mais longe a possibilidade de um elo que o faça um só.

Ser paraense é perder o conceito de Amazônia para Manaus e perder grandes eventos e negócios como o Mundial de Futebol realizado no Brasil. Ser paraense é perder o trem da história.

Ser paraense é ver a capital do estado, grande aglomerado urbano, parada no começo do século 20, cada vez mais carente de atualização na mobilidade humana, na preservação do patrimônio histórico, no surgimento de novas e visionárias lideranças empresariais.

Tudo isso talvez explique um pouco essa loucura pelo Paysandu. Alguém já disse que o futebol é a mais importante das coisas sem importância e o Paysandu com suas proezas e, mesmo nas suas tragédias, acaba sendo uma pequena janela para o orgulho e a expressão de um paraense constantemente derrotado em outros campos.

O que explica essa legião de loucos seguindo o time pelo Brasil e até por outros países da América do Sul, um clube de futebol de possiblidades financeiras limitas.

Gente que vai de madrugada receber o time que volta de uma viagem, gente que forma uma massa de mais de trinta mil pessoas no aeroporto quando o clube sai da terceira divisão do campeonato nacional.

O mais interessante é que junto com a bandeira do Paysandu tem sempre uma bandeira do Pará. E os torcedores se dedicam a explicar de onde é aquela bandeira vermelha, branca e azul. Misturam futebol com tacacá, campeonatos com pirarucu, Círio de Nazaré, Carimbó, tamuatá, Alter do Chão, exaltam a terra natal como quem fala de alguém que foi condenado injustamente e que precisa de uma defesa justa.

O Paysandu é o embaixador informal do povo do Pará, é um sentimento de dignidade que renasce quando o juiz apita o início da partida. É uma festa popular, um carnaval permanente, uma nacionalidade, uma religião profana, um meio de comunicação de uma terra com o mundo.

O Paysandu é a alegria do Pará e uma pequena esperança de que o povo paraense pode se organizar, se levantar, misturar o local com o universal e virar o jogo em favor de um futuro mais bonito. Bonito como uma vitória do Paysandu numa manhã ensolarada no Rio de Janeiro.
domingo, 16 de agosto de 2015 0 comentários

Ato coxinha day em Belém tava alardeado pelo Liberal pra dar 100 mil pessoas. PM diz que deu 1.200. Que mico! #AceitaDilmaVezQueDoiMenos

Agosto chegou de com força. Marcha das Margaridas, passeata dos coxinhas neste domingo 16 de agosto/15, ato pela democracia dia 20/agosto e no final do mês, de 28 a 30, o 12º CECUT.Pa, que é o Congresso Estadual da CUT. 

Muitas novidades neste agosto,  desde o esvaziamento do golpe contra Dilma até a tal de agenda Renan que aponta retirada de direitos com muito mais agresividade a abrangência do que a agenda do Levy.

E este é o primeiro final de semana que pude parar em casa, dar aconchego pra UNI, cozinhar um pouco, cuidar das plantas, descansar.

Um bom fds!

Imagens de parte da família na posse da Dilma em 1°/janeiro/2015. Ato coxinha day em Belém deu 1.200 manifestantes com 7 trios elétricos Não foram os 100 mil alardeados pelo Jornal Liberal. Que micada! ‪#‎AceitaDilmaVezQueDoiMenos‬ 
‪#‎NãoVaiTerGolpe‬ 
‪#‎NãoMexeComigoQueEuNãoAndoSó‬ 
‪#‎NãoMeToqueEnemMeBula‬
‪#‎MaisAmorPorFavor‬
‪#‎MaisAmorMenosÓdio‬
‪#‎GolpismoPassaMuitoMaisTarde‬




 ***
P.S - Meu sobrinho-filho, Marco Aurélio, após 29 dias de internação no hospital Beneficente Portuguesa, recebeu alta dia 14/8/15 e foi pra casa, enquanto aguardar o final da papelada pra ingresso da fila de transplante do coração. Está confiante e bem disposto.
#MariaPassaNaFrente

quinta-feira, 16 de julho de 2015 0 comentários

Marco Aurélio, meu filho, nós não estamos sozinhos. Mira na fé e rema!

Marco Aurélio é meu quarto filho. Tive três filhos e embora Marco não tenha nascido do meu ventre,  no coração é adotado e amado como filho, um sobrinho-filho.

Descobriu em 22/abril/15 uma cardiopatia grave que foi inchando seu coração generoso, bambeando o ar e a pressão, tornando-o um cardiopata. 

Como surgiu isso? A literatura médica não sabe. 

Não é Chagas, não é lúpus, não foi ataque viral, não é Aids, mas o coração foi crescendo, ficando com a musculatura cada dia mais frouxa e cardiologistas apontam transplante como única saída. Como se tivesse corações nas prateleiras!

 Ontem a muscaltura chegou a 19% e meu menino, no auge dos seus 32 anos foi de novo internado. Hoje foi pra UTI cardíaca.

Ficamos aqui do lado de fora rezando, chorando, clamando aos céus por Marco Aurélio, o jovem bancário do BASA, sindicalista, generoso, ativo, vice-presidente do Sindicato dos Bancários do Pará. 

Um menino doce, de sorriso e carater cativantes, atuante, solidário, amigo e firme nas suas convicções. 

Que Deus e Maria ajudem a ele e a toda a família e amigos. 

Precisamos acreditar que ele vai pular mais essa fogueira! Mira na fé e rema! Marco, vai dar certo. 

(Entrou na tarde deste 16/julho/15 na CTI cardíaca da Beneficente em Belém ). ‪

#‎DeusNaCausa‬
‪#‎MariaPassaNaFrente‬

Reconfortante ter essa bela mensagem do Papa Chiquinho, sem dúvida, um alento nesta hora difícil
Um sorriso generoso, como e a vida dele e suas atitudes. 

quarta-feira, 1 de julho de 2015 0 comentários

Não à redução! Vitória da luz contra as trevas e pelo menos agora nossas crianças não serão encarceradas...PEC 171 rejeitada

E julho/15 entra no 1º dia com notícias alvissareiras pra democracia e pras nossas vidas: Grécia resiste ao FMI e ontem, graças à luta e resistência das pessoas de bem, vencemos as trevas e a Câmara dos Deputados REJEITOU encarcerar nossas crianças, rejeitou a redução da maioridade penal! (Embora a maioria tivesse votado a favor desse horror, como é mudança na Constituição, faltaram 5 votos. E assim foi rejeitada a PEC 171 - Projeto de Emenda Constitucional). 

Que respiro mais  pai dégua!!! Alvíssaras! A luta continua, pois outros projetos trevosos devem voltar à pauta. Mas a gente deu um respiro comprido pra energizar a luta. E parabéns às juventudes lutadoras que não esmoreceram... 
A justa e bonita comemoração das juventudes, após a rejeição da monstruosa PEC 171

 E hoje à noite, a partir das 18h30, na sede do Sindicato dos Bancários.Pa, em Belém, a 4ª e penúltima plenária macrorregional que a CUT.Pa promove, debatendo com sindicatos rurais, urbanos e movimentos sociais da regional metropolitana a construção da plataforma de lutas e como vencer desafios de se fazer sindicalismo na Amazônia, no Pará, com tantos ataques aos direitos, à democracia, aos sonhos e à vida... 
Uma luz varrendo as trevas. Pelo menos por ora...

Bom dia, resistência que não se abate e segue em frente com fé na vida e na luta!

‪#‎NaoMexeComigoQueEuNaoAndoSó‬
‪#‎SindicalismoNaAmazônia‬
‪#‎SomosFortesSomosCUT‬

De fora do Congresso, juventude comemora a derrubada da PEC 171, que quer botar na cadeia nossas crianças.
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Atualizado em 2/julho/15, às 8:15 -
O #CunhaGolpista fez uma manobra regimental exdrúla, autoritária e ilegal e botou novamente em votação, ontem (1º/7) o projeto da redução da maioridade penal, conseguindo aprovação da aberração. Um horror!
Enquanto isso, a CUT.Pa continua realizando plenárias debatendo democracia, direitos, organização, desenvolvimento.
Bom dia, resistência!

Foto da abertura da 4ª plenária da CUT.Pa, em Belém, na noite de 1º/7/15

O dia amanhecia hoje 2/715 em Belém e alua cheia ainda brincava no céu... Bom dia, esperança

 
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