Faz 395 anos hoje a cidade mais bela e a mais amada da Amazônia, Belém, a capital do Pará. Cheia de identidade, onde se tem a melhor gastronomia do mundo. Bonita, cativante, marcante, colando o coração da gente a suas muitas histórias.
Amo Belém, perdidamente. E fico muito feliz de poder olhar, da sacada do prédio, todos os dias, a copa do belíssimo Bosque Rodrigues Alves, 5 hectares de floresta nativa preservada, bem, no coração da cidade.
Belém, minha linda e escolhida cidade, parabenzaço! Continue linda e resistindo a governos e ao tempo.
.........................
Sem pedir a devida licença, colei post do blog de Franssinete Florenzano em que se vêem ícones desta amada Belém.
Foto Uruá-Tapera
Arraial do Pavulagem, caldeirão cultural de Belém.
Foto de Lucivaldo Sena
Ó órgão Cavaillé-Coll, o maior da América Latina, da Catedral de Belém.
Foto de Eunice Pinto.
Basílica de Nossa Senhora de Nazaré
Casa das 11 Janelas. Foto de Eunice Pinto.
Theatro da Paz, captado pelas lentes de Elza Lima.
Foto David Alves
Algumas das 39 ilhas da Região Metropolitana de Belém.
E aqui, a mais bela homenagem a Belém, música que é a alma de Belém, cidade que respira identidade. Composição de Edyr Proença e Adalcinda Camarão. Na voz de duas cantoras paraenses.
BOM DIA, BELÉM!
Composição: Edyr Proença/Adalcinda Camarão
Há muito que aqui no meu peito
Murmuram saudades azuis do teu céu
Respingos de orvalho me acordam
Luando telhados que a chuva cantou
O que é que tens feito, que estás tão faceira
Mais jovem que os jovens irmãos que deixei
Mais sábia que toda a ciência da terra
Mais terra, mais dona, do amor que te dei
Onde anda meu povo, meu rio, meu peixe
Meu sol, minha rede, meu tamba-tajá
A sesta, o sossego na tarde descalça
O sono suado do amor que se dá
E o orvalho invisível da flor se espalhando
Cantando cantigas e o vento soprando
Um novo dia vai Anunciando, mandando e
Cantando cantigas de lá
Me abraça apertado que eu vou chegando
Sem sol e sem lua, sem rio e sem mar
Coberta de neve
Levada no pranto dos rios que correm
Cantigas no ar
Onde anda meu barco de vela azulada
De foi depenada sumindo sem dó
Onde anda a saudade da infância na grama
Dos campos tranquilos do meu Marajó
Belém, minha terra, meu rio, meu chão
Meu sol de janeiro a janeiro, a suar
Me beija, me abraça que eu
Quero matar a imensa saudade
Que quer me acabar
Sem círio de virgem, sem cheiro cheiroso
Sem a chuva das duas que não pode faltar
Murmuro saudades de noite abanando
Teu leque de estrelas
Belém do Pará!
- Siga-me no Twitter!
- "Junte-se no Facebook!
- RSS
Contact