Transição justa... o que é mesmo isso? Se come? Está no cotidiano da população? Quando se acrescenta "e o mundo do trabalho ", aí começa a parecer que tem a ver com a gente, o povo da classe trabalhadora.
Mas o que é isso, exatamente? Em poucas linhas, de forma bem simples, assim como um prato de arroz, feijão e farinha de Bragança.Pa?
Vamos lá. Transição justa é a passagem para transformar o sujo,o encardido em limpo, em sustentável. O ar impuro a respirável. E para que essa condição aconteça sem castigar mais ainda os mais pobres, os mais vulneráveis, é imperioso que os governos do Norte global, em especial, olhem, em primeiro lugar, as pessoas nos seus territórios, os trabalhadores, as trabalhadoras. E financiem essa transição a partir de quem vive, sobrevive e habita nas cidades e no campo. Sem colocar sobre os ombros dessa população a responsabilidade sobre o financiamento de limpeza, digamos assim, do meio ambiente. Sempre colocando as pessoas e, dentre elas, a classe trabalhadora, em primeiro plano.
Para aprofundar esse debate, dia 18nov24, em Baku, na #Cop29, Pavilhão Brasil haverá uma boa discussão sobre
- Transição Justa e Trabalho: conectando o campo e a cidade.
🗓️ Segunda-feira, 18 de novembro ⏰16h15 - 17h15
Moderadora: Rosalina Amorim - CUT Brasil
Painéis: Letícia Tura - FASE Brasil, Ruth Guzman - CATP Peru, Sandra Bonetti - CONTAG Brasil, Belén Citoler - Fórum Mundial Ruaral, Luciana Jacob, Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Brasil.
Acompanhem.
A próxima COP, a #COP-30, acontecerá no Brasil, em Belém.Pa e no texto a seguir, uma síntese tese, extraída do site
da Secom, do governo do Brasil:
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PREPARATIVOS PARA A COP30 — A um ano da COP30, o governo brasileiro tem intensificado os preparativos para receber mais de 60 mil pessoas, entre chefes de Estado, diplomatas, empresários, investidores, ativistas e delegações dos 193 países membros. Os investimentos somam R$ 4,7 bilhões, entre recursos do Orçamento Geral da União, do BNDES e de Itaipu. O valor se traduz em uma série de obras de saneamento, macrodrenagem, urbanização e restauração de prédios históricos que visam atender à demanda crescente por transporte, alojamento e espaços adequados para a realização da Cúpula. Ao todo, são mais de 20 obras que vão preparar Belém, no Pará, para sediar o maior evento climático do mundo, além de deixar um legado para a população paraense.
Obs: Diretamente de Baku, Azerbaijão.
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