Mostrando postagens com marcador STF. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador STF. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015 0 comentários

A alegria pede passagem pohaaaaaaa...hoje eu tomar um porre, não me socorre eu tou feliz....explode, coração!

Hoje eu vou tomar um porre, não me socorre, eu tou feliz! 
Fizemos em todo o Brasil atos pai d'éguas em defesa da democracia e contra o golpe. Em Belém, foi embaixo de chuva.
Levy se despediu em reunião e governo já procura substituto. 
Procuradoria Geral da República pediu a saída do Cunha. 
STF derrubou neste dia 17/dez/15 o voto secreto na votação da Câmara. 
Comissão votada na marra pró impeachment também não tá valendo.
Éguaaaa vou ter Natal pohaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!
Basta isso: um abraço, uma careta, felicidade...


Galera de casa, feliz neste 1º.jan.15, em Brasília. Posse Dilma!

Meu lema de vida e de luta!
Ruas molhadas, militância molhada em Belém e encarando chuva com alegria: não vai ter golpe!

Garoto no ombro do pai na caminhada de 3,5 km em Belém dia 16/dezq15: #ForaCunha!

sexta-feira, 15 de novembro de 2013 0 comentários

Resiste, Genoíno! A História vai te absolver! Força, companheiro!

Hoje é um dia triste. Um dia ruim para a democracia, para a liberdade, para a verdade. Na condição de preso político Genoíno se entrega à Polícia Federal. Companheiros presos sem que se tenha comprovado uma única culpa!

Mensalão petista julgado e condenado. Mensalão tucano guardado até prescrever!

O que é que é isso?


"Com indignação, cumpro as decisões do STF e reitero que sou inocente, não tendo praticado nenhum crime. Fui condenado por que estava exercendo a Presidência do PT. Do que me acusam? Não existem provas.O empréstimo que avalizei foi registrado e quitado. Fui condenado previamente em uma operação midiática inédita na história do Brasil. E me julgaram em um processo marcado por injustiças e desrespeito às regras do Estado Democrático de Direito.

Por tudo isso, considero-me preso político. Aonde for e quando for, defenderei minha trajetória de luta permanente por um Brasil mais justo, democrático e soberano."

José Genoíno, Brasil 15 de novembro de 2013.
O meme resume o que foi a farsa desse julgamento da AP 470!
Genoíno hoje antes de entrar para a prisão política: um resistente bravo!

Leia artigo de Cynara Menezes

Por que prender Zé Dirceu não vai mudar o Brasil. Ou: é o financiamento público de campanha, estúpido!

A prisão de uma só pessoa não derruba a corrupção. Isso é mentira, um artifício para manipular o eleitor contra o PT e encobrir algo muito maior que Dirceu


Leia também, do blog Maria Frô: O dia em que o jornalismo emporcalhou a história: a capa de Genoíno
quinta-feira, 15 de novembro de 2012 1 comentários

A quem pedir socorro quando falta o socorro da justiça e dos que deveriam guardá-la e por ela zelar? Três exemplos de abuso de poder e danos irreparáveis à vida e à liberdade

Três assuntos neste feriado de Proclamação da República, 15 de Novembro/2012 e que me leva a indagar a quem pedir socorro quando falta o socorro da justiça e dos que deveriam guardá-la.

O primeiro, que já mereceu um artigo no meu blog, é sobre a nota do PT diante do tribunal de exceção montado pelo STF-Supremo Tribunal Federal e que condenou sem provas valorosos companheiros e filiados do PT. Errou grotescamente o STF na punição/condenação do chamado mensalão, a Ação Penal 470. Como um vassalo curvado à pressão da velha mídia, a grande maioria de ministros do STF errou feio, pisoteou a democracia, arrepiou com a Constituição federal, negou o direito à ampla defesa e criou imensas inseguranças jurídicas.

O segundo assunto, ainda na esfera dos fiscais da lei, foi o erro do Ministério Público do Estado do Pará que arrolou e colocou na balança e com o mesmo peso, presidentes  e diretores da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) - que detinham todo o poder e mando - e um bancário do Banpará que tão somente cumpria suas obrigações e obedecia, sendo o último fio de uma imensa teia de responsabilidades e comandos. No caso, o bancário é Jorge Kleber Varela Serra, demitido do banco por justa causa, após ter tido processo interno no Comitê Disciplinar arquivado por unanimidade. O comitê Disciplinar é um instituto paritário do Banpará e funciona há 25 anos, tendo representação igual dos trabalhadores e do banco. Analisa infrações disciplinares e se posiciona diante dos temas, mas não tem poder deliberativo. Este poder é discricionário da presidência do banco.

O Comitê Disciplinar do Banpará - e eu participei desse julgamento - arquivou o processo de Jorge Kleber ao analisar que o banco e nem a Alepa foram prejudicados; que durante a atuação do bancário, houvera várias auditorias internas do banco que avalizaram, por omissão, todos os atos, durante anos seguidos. Era o perdão tácito. E Jorge Kleber tão-somente obedecia a todas as ordens de "cumpra-se, pague-se, "a Alepa é o cliente", "se perdemos esse cliente, o banco pode quebrar", "isso sempre foi assim", e daí por diante.

Pagou os cheques recebidos e hoje está crucificado, exposto e pregado na cruz como um bandido, quando apenas cumpriu seu dever de trabalhador que era obedecer e servir aos clientes, em especial os tão grandes e tão poderosos como a Assembleia Legislativa do Pará.  Jorge Kleber mora no Paar, um bairro distante do centro, não tem sequer uma moto - quanto mais um carro - para se auto locomover e hoje está sem emprego, sem plano de saúde. Pior: sem perspectiva e sem ter cometido um erro ou provocado um dano!

Ao não observar essa peculiaridade da cadeia de responsabilidades e que o bancário era o ponto mais frágil e o mais exposto, o MPE errou redondamente e condenou um pai de família à lama da desonra e do desemprego.

Hoje, com a letra escarlate no peito e o rosto calçado de vergonha por um crime que não cometeu, Jorge Kleber está discriminado, tem a saúde fragilizada e carece de urgente e real acolhida e solidariedade por todos os homens e mulheres de bem deste planeta.

E mais que isso: de reparação a tão brutal injustiça.  Nos textos da Afbepa e da blogueira e jornalista Franssinete Florenzano, saiba mais obre o assunto.

O terceiro assunto é sobre outro abuso de poder, também cometido por um promotor de Justiça, o sr. Arlindo Jorge Cabral Júnior, que atua em Uruará. Com a força da lei, ele quer amordaçar o blog Uruará em foco e ainda tem o desplante de ameaçar o blogueiro Valdeci Mecca, dono do blog. Meu inteiro repúdio a essa atitude antidemocrática.
O documento intimidatório do promotor de justiça contra a liberdade de expressão.

P.S  - O 15 de Novembro passa a a ser o Dia Nacional da Umbanda. Presidenta Dilma sancionou alei nesse sentido.Ponto pra Dilma e para umbandistas de todo o país! E meus parabéns ao companheiro Cláudio Puty, deputado federal do PT-Pará e que foi um dos 50´melhores congressistas do Congresso Nacional. Aqui do Pará, foi o único!
quarta-feira, 14 de novembro de 2012 2 comentários

PT: STF julgou sem dar ampla defesa e condenou pessoas que são e não pelo que teriam feito. Democracia e liberdade em total risco!

Reunida nesta quarta-feira, 14 de novembro/2012, em SP, a Executiva Nacional do PT divulgou nota sobre o julgamento do STF e as penas desferidas contra filiados do PT, aos quais tenho a honra de me solidarizar. E continuarei, como há 32 anos, desde a fundação do PT, a empunhar as bandeiras petistas das liberdades, da solidariedade e de fazer política com amor e generosidade.

O STF errou calculadamente, fez um julgamento político, não deu o direito de ampla defesa, inverteu o ônus da prova e criou precedentes jurídicos perigosos para a democracia (fiz alguns grifos). 

Mais do que nunca, é preciso que a militância petista resista e vá às ruas e a todos os lugares mostrando os erros gravíssimos neste brutal julgamento. É na resistência, na persistência e com unidade e luta que venceremos!

Borilá, PT!É só mais uma gigantesca luta.
---
N charge do Bessinha, a síntese do que quiseram - e querem - PIG e STF: criminalizar e acabar com o PTpt!
O PT  e o julgamento da Ação Penal 470
 O PT, amparado no princípio da liberdade de expressão, critica e torna pública sua discordância da decisão do Supremo Tribunal Federal que, no julgamento da Ação Penal 470, condenou e imputou penas desproporcionais a alguns de seus filiados.

 1. STF não garantiu o amplo direito de defesa
O STF negou aos réus que não tinham direito ao foro especial a possibilidade de recorrer a instâncias inferiores da Justiça. Suprimiu-lhes, portanto, a plenitude do direito de defesa, que é um direito fundamental da cidadania internacionalmente consagrado.

A Constituição estabelece, no artigo 102, que apenas o presidente, o vice-presidente da República, os membros do Congresso Nacional, os próprios ministros do STF e o Procurador Geral da República podem ser processados e julgados exclusivamente pela Suprema Corte. E, também, nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade, os ministros de Estado, os comandantes das três Armas, os membros dos Tribunais superiores, do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática em caráter permanente.

Foi por esta razão que o ex-ministro Marcio Thomaz Bastos, logo no início do julgamento, pediu o desmembramento do processo. O que foi negado pelo STF, muito embora tenha decidido em sentido contrário no caso do “mensalão do PSDB” de Minas Gerais.

Ou seja: dois pesos, duas medidas; situações idênticas tratadas desigualmente.

Vale lembrar, finalmente, que em quatro ocasiões recentes, o STF votou pelo desmembramento de processos, para que pessoas sem foro privilegiado fossem julgadas pela primeira instância – todas elas posteriores à decisão de julgar a Ação Penal 470 de uma só vez.

Por isso mesmo, o PT considera legítimo e coerente, do ponto de vista legal, que os réus agora condenados pelo STF recorram a todos os meios jurídicos para se defenderem.

2. O STF deu valor de prova a indícios
Parte do STF decidiu pelas condenações, mesmo não havendo provas no processo. O julgamento não foi isento, de acordo com os autos e à luz das provas. Ao contrário, foi influenciado por um discurso paralelo e desenvolveu-se de forma “pouco ortodoxa” (segundo as palavras de um ministro do STF). Houve flexibilização do uso de provas, transferência do ônus da prova aos réus, presunções, ilações, deduções, inferências e a transformação de indícios em provas.

À falta de elementos objetivos na denúncia, deduções, ilações e conjecturas preencheram as lacunas probatórias – fato grave sobretudo quando se trata de ação penal, que pode condenar pessoas à privação de liberdade. Como se sabe, indícios apontam simplesmente possibilidades, nunca certezas capazes de fundamentar o livre convencimento motivado do julgador. Indícios nada mais são que sugestões, nunca evidências ou provas cabais.

Cabe à acusação apresentar, para se desincumbir de seu ônus processual, provas do que alega e, assim, obter a condenação de quem quer que seja. No caso em questão, imputou-se aos réus a obrigação de provar sua inocência ou comprovar álibis em sua defesa—papel que competiria ao acusador. A Suprema Corte inverteu, portanto, o ônus da prova.

3. O domínio funcional do fato não dispensa provas
O STF deu estatuto legal a uma teoria nascida na Alemanha nazista, em 1939, atualizada em 1963 em plena Guerra Fria e considerada superada por diversos juristas. Segundo esta doutrina, considera-se autor não apenas quem executa um crime, mas quem tem ou poderia ter, devido a sua função, capacidade de decisão sobre sua realização. Isto é, a improbabilidade de desconhecimento do crime seria suficiente para a condenação. 

Ao lançarem mão da teoria do domínio funcional do fato, os ministros inferiram que o ex-ministro José Dirceu, pela posição de influência que ocupava, poderia ser condenado, mesmo sem provarem que participou diretamente dos fatos apontados como crimes. Ou que, tendo conhecimento deles, não agiu (ou omitiu-se) para evitar que se consumassem. Expressão-síntese da doutrina foi verbalizada pelo presidente do STF, quando indagou não se o réu tinha conhecimento dos fatos, mas se o réu “tinha como não saber”...

Ao admitir o ato de ofício presumido e adotar a teoria do direito do fato como responsabilidade objetiva, o STF cria um precedente perigoso: o de alguém ser condenado pelo que é, e não pelo que teria feito. 

Trata-se de uma interpretação da lei moldada unicamente para atender a conveniência de condenar pessoas específicas e, indiretamente, atingir o partido a que estão vinculadas.

4. O risco da insegurança jurídica
As decisões do STF, em muitos pontos, prenunciam o fim do garantismo, o rebaixamento do direito de defesa, do avanço da noção de presunção de culpa em vez de inocência. E, ao inovar que a lavagem de dinheiro independe de crime antecedente, bem como ao concluir que houve compra de votos de parlamentares, o STF instaurou um clima de insegurança jurídica no País.

Pairam dúvidas se o novo paradigma se repetirá em outros julgamentos, ou, ainda, se os juízes de primeira instância e os tribunais seguirão a mesma trilha da Suprema Corte.

Doravante, juízes inescrupulosos, ou vinculados a interesses de qualquer espécie nas comarcas em que atuam poderão valer-se de provas indiciárias ou da teoria do domínio do fato para condenar desafetos ou inimigos políticos de caciques partidários locais. 

Quanto à suposta compra de votos, cuja mácula comprometeria até mesmo emendas constitucionais, como as das reformas tributária e previdenciária, já estão em andamento ações diretas de inconstitucionalidade, movidas por sindicatos e pessoas físicas, com o intuito de fulminar as ditas mudanças na Carta Magna.

Ao instaurar-se a insegurança jurídica, não perdem apenas os que foram injustiçados no curso da Ação Penal 470. Perde a sociedade, que fica exposta a casuísmos e decisões de ocasião. Perde, enfim, o próprio Estado Democrático de Direito.

5. O STF fez um julgamento político 
Sob intensa pressão da mídia conservadora—cujos veículos cumprem um papel de oposição ao governo e propagam a repulsa de uma certa elite ao PT - ministros do STF confirmaram condenações anunciadas, anteciparam votos à imprensa, pronunciaram-se fora dos autos e, por fim, imiscuiram-se em áreas reservadas ao Legislativo e ao Executivo, ferindo assim a independência entre os poderes.

Único dos poderes da República cujos integrantes independem do voto popular e detêm mandato vitalício até completarem 70 anos, o Supremo Tribunal Federal - assim como os demais poderes e todos os tribunais daqui e do exterior - faz política. E o fez, claramente, ao julgar a Ação Penal 470.

Fez política ao definir o calendário convenientemente coincidente com as eleições. Fez política ao recusar o desmembramento da ação e ao escolher a teoria do domínio do fato para compensar a escassez de provas.

Contrariamente a sua natureza, de corte constitucional contra-majoritária, o STF, ao deixar-se contaminar pela pressão de certos meios de comunicação e sem distanciar-se do processo político eleitoral, não assegurou-se a necessária isenção que deveria pautar seus julgamentos.

 No STF, venceram as posições políticas ideológicas, muito bem representadas pela mídia conservadora neste episódio: a maioria dos ministros transformou delitos eleitorais em delitos de Estado (desvio de dinheiro público e compra de votos).

Embora realizado nos marcos do Estado Democrático de Direito sob o qual vivemos, o julgamento, nitidamente político, desrespeitou garantias constitucionais para retratar processos de corrupção à revelia de provas, condenar os réus e tentar criminalizar o PT. Assim orientado, o julgamento convergiu para produzir dois resultados: condenar os réus, em vários casos sem que houvesse provas nos autos, mas, principalmente, condenar alguns pela “compra de votos” para, desta forma, tentar criminalizar o PT.

Dezenas de testemunhas juramentadas acabaram simplesmente desprezadas. Inúmeras contraprovas não foram sequer objeto de análise. E inúmeras jurisprudências terminaram alteradas para servir aos objetivos da condenação.

Alguns ministros procuraram adequar a realidade à denúncia do Procurador Geral, supostamente por ouvir o chamado clamor da opinião pública, muito embora ele só se fizesse presente na mídia de direita, menos preocupada com a moralidade pública do que em tentar manchar a imagem histórica do governo Lula, como se quisesse matá-lo politicamente. O procurador não escondeu seu viés de parcialidade ao afirmar que seria positivo se o julgamento interferisse no resultado das eleições.

A luta pela Justiça continua
O PT envidará todos os esforços para que a partidarização do Judiciário, evidente no julgamento da Ação Penal 470, seja contida. Erros e ilegalidades que tenham sido cometidos por filiados do partido no âmbito de um sistema eleitoral inconsistente - que o PT luta para transformar através do projeto de reforma política em tramitação no Congresso Nacional - não justificam que o poder político da toga suplante a força da lei e dos poderes que emanam do povo.

Na trajetória do PT, que nasceu lutando pela democracia no Brasil, muitos foram os obstáculos que tivemos de transpor até nos convertermos no partido de maior preferência dos brasileiros. No partido que elegeu um operário duas vezes presidente da República e a primeira mulher como suprema mandatária. Ambos, Lula e Dilma, gozam de ampla aprovação em todos os setores da sociedade, pelas profundas transformações que têm promovido, principalmente nas condições de vida dos mais pobres. 

 A despeito das campanhas de ódio e preconceito, Lula e Dilma elevaram o Brasil a um novo estágio: 28 milhões de pessoas deixaram a miséria extrema e 40 milhões ascenderam socialmente.

Abriram-se novas oportunidades para todos, o Brasil tornou-se a 6ª economia do mundo e é respeitado internacionalmente, nada mais devendo a ninguém.

Tanto quanto fizemos antes do início do julgamento, o PT reafirma sua convicção de que não houve compra de votos no Congresso Nacional, nem tampouco o pagamento de mesada a parlamentares. Reafirmamos, também, que não houve, da parte de petistas denunciados, utilização de recursos públicos, nem apropriação privada e pessoal.

Ao mesmo tempo, reiteramos as resoluções de nosso Congresso Nacional, acerca de erros políticos cometidos coletiva ou individualmente.

É com esta postura equilibrada e serena que o PT não se deixa intimidar pelos que clamam pelo linchamento moral de companheiros injustamente condenados. Nosso partido terá forças para vencer mais este desafio. Continuaremos a lutar por uma profunda reforma do sistema político - o que inclui o financiamento público das campanhas eleitorais - e pela maior democratização do Estado, o que envolve constante disputa popular contra arbitrariedades como as perpetradas no julgamento da Ação Penal 470, em relação às quais não pouparemos esforços para que sejam revistas e corrigidas.

Conclamamos nossa militância a mobilizar-se em defesa do PT e de nossas bandeiras; a tornar o partido cada vez mais democrático e vinculado às lutas sociais. Um partido cada vez mais comprometido com as transformações em favor da igualdade e da liberdade.

São Paulo, 14 de novembro de 2012.

Comissão Executiva Nacional do PT.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012 1 comentários

Vamos abraçar o compa Paulo Rocha amanhã! E vivam o PT, a CUT e seus lutadores e lutadoras!

Nós com Paulo Rocha no dia 13 de agosto, na CNBB-Belém. Firmes na luta, com alegria e convicção!
Paulo Rocha chega a Belém amanhã às 18 horas. Vamos lá no aeroporto, receber com carinho o querido guerreiro. Depois, seguimos para a Escola Salesiana do Trabalho, escola berço de tanto companheiro valoroso como Alberdan, Paulo Rocha, Sodré, Edir Gaya, Lalá que já nos deixou. E tantos mais....

Vou abraçar feliz este companheiro que foi tão injustiçado e desonrado publicamente por conta desse mensalão.Em 2010, esta pecha impediu que ele fosse senador e olha que mesmo assim chegou a 1 milhão e 800 votos! O piche mensaleiro grudou na alma e até agora, no 1º turno em Belém, ouvimos pelas ruas essa baixaria grudada ao PT, ao petismo. Até de gente que eu nunca pensei que falaria tal coisa!

Como disse em outro post no meu blog no dia 23 de outubro, tou muito alegre. Comecei minha militância política escrevendo o jornalzinho "Companheiro Gráfico", da então oposição dos gráficos, rodado em mimeógrafo no início, hehehe. Paulo seria o 1º presidente do Sindicato dos Gráficos, depois da CUT.Pará, depois do PT.Pará, deputado federal. Sempre com um lado: o dos trabalhadores, dos que mais precisam.

Registrei em post anterior:

" Meu companheiro Paulo Rocha conseguiu hoje ser absolvido pelo STF, depois de um dramático empate. E eu fiquei emocionada e feliz por ele, por sua história de lutador e construtor do PT, da CUT e de dias melhores para os que mais precisam, há mais de 3 décadas. Também, porque não terei mais que ouvir nenhum patife chamando o Paulo e a nós, petistas, de mensaleiros. Patifes de lá e de cá, de todos os naipes que tanto aleive e danos causaram à vida do Paulo Rocha. E também às vidas de companheiros valorosos como Zé Dirceu, Genoíno..."

E outro querido companheiro,  Zé Carlos, hoje no PV, fez um lindo registro em seu blog sobre a magnífica figura humana que é o Paulo Rocha. Em 12/out/12:

Paulo Rocha a caminho da absolvição

O resultado pela absolvição será justo com a história política de Paulo. Um rapaz humilde, filho de uma família de dezessete filhos,  que veio de Terra Alta, naquela época município de Curuçá, para ser aluno interno do Colégio Salesiano do Trabalho. Ali, Paulo estudou e aprendeu a profissão de gráfico, sendo o primeiro profissional a manusear a nova forma de impressão pelo processo off-set, e trabalhou para ajudar a construir a própria Escola. Foi carregando cimento nas costas, que o jovem franzino adquiriu um grave problema de coluna, que o acompanha até hoje, agravando com as tensões nervosas das crises políticas, as vezes o jogando diretamente na cama, sem poder movimentar-se como gosta. Quando Paulo recebeu a noticia do seu indiciamento no processo do mensalão, entrou numa crise de coluna que por pouco não lhe deixa imobilizado para sempre. 

Ele chefiou as oficinas gráficas da Escola Salesiana ensinando aos jovens pobres da periferia da Pedreira e Sacramenta o oficio gráfico. Paulo começou cedo sua inclinação pela política. era ele quem cedia a gráfica da Escola para imprimir material dos movimentos sociais contra a ditadura militar. Acabou sendo preso pela Polícia Federal quando imprimia a histórica edição número cinco do Jornal Resistência. 

Paulo Rocha foi autor da primeira foto colorida impressa em um jornal do Norte, O Liberal. Montou o laboratório da antiga Grafisa e de lá saiu para liderar o movimento de oposição sindical dos gráficos. Paulo trabalhava muito para se manter e ajudar a criar os irmãos, mas ainda sobrava tempo para fazer política sindical e depois partidária. Vencemos três eleições sindicais no Sindicato dos Gráficos, tornando-nos uma referência para outros movimentos, e elegemos a primeira diretoria em 1983, da qual ele foi o presidente e eu o secretário geral. A nossa diretoria, por ser a primeira, teve a responsabilidade de apoiar outras oposições e a construção da Central Única dos Trabalhadores. 

Paulo Rocha federal e Zé Carlos estadual, foi o voto de muitos companheiros trabalhadores aqui do Pará. No parlamento e na política, Paulo desenvolveu uma enorme habilidade de negociar , de ouvir, de agregar. Montou um grupo político que exerceu a maioria dentro do PT por muito tempo. Sempre foi conciliador e muito querido, inclusive por políticos de fora do PT. Paulo era o coordenador da bancada paraenses no Congresso Nacional.

Se Paulo não tivesse sido arrolado e denunciado no processo do mensalão, hoje ele seria Senador do Pará, com toda a certeza. Este prejuízo nunca será pago. 

Paulo Rocha, acredito, será inocentado e retomará sua vida política, agora sem a companhia do fiel escudeiro Laércio Oliveria, falecido recentemente, vítima de câncer, mas com muitas lições tiradas deste doloroso episódio. Que Nossa Senhora de Nazaré te cubra de bênçãos e te proteja sempre, caro amigo.
sábado, 25 de agosto de 2012 0 comentários

CUT lança plataforma de reivindicações. STF libera assassino de irmã Dorothy e sindicalistas pressionam para abrir negociação. Imagens e fatos da semana

Imagens e fatos da semana que falam por si:
  • CUT.Pará lançou na sede dos Urbanitários, a 20 de agosto, a plataforma de reivindicações da classe trabalhadora. Presentes 4 candidatos a prefeito: Alfredo (PT), Zenaldo (PSDB), Jordy (PPS) e Jorge Panzera (PC do B, vice do PSOL).  Clique e leia a plataforma.

Da esquerda para a direita: Ver Otávio Pinheiro (PT), Martinho Souza (pte CUT), Domingas  (cand. a ver), Vera Paoloni (Dir. CUT), Alfredo (cand.pref PT),  ver. Adalberto (PT), Zenaldo (cand. pref PSDB), Panzera (PC do B, vice PSOL) e Wallace (cand ver PSOL).

Jordy, cand. a pref pelo PPS assina compromisso. (Fotos CUT.Pa. Laís Côrtes)




Banco do Estado do Pará resiste a abir a mesa de negociação. Pauta foi entregue a 6 de agosto. Agora tem paralisação de 1 hora todo dia e dia 29, assembleia geral. A gente quer dinheiro, diversão e arte!

E a versão bem humorada de Empreguetes, feita por bancários da Caixa:

Todo dia tenho medo, 
meu trabalho é segredo,
Se alguém descobre
isso, vão me sequestrar. 


Não tenho vida social, 
trabalho até passando mal, 
Colega ganha o
mesmo e nem vem trabalhar. 


Pelo amor de Deus, alguém conserta o ar, 
O calor tá de matar! 
Mas que sistema lerdo, nem vou reclamar;
Senão sai fora do  ar;

Minha amiga teve falta de 1 barão no caixa dela, 
E o apê? Como é que vai pagar a parcela? 
Prestei PSI pra mudar pra retaguarda;
Já tinha uma menina combinada ;

Queria o Jorge Hereda aqui no meu lugar
Só vendo o presidente aqui no meu lugar, 
Almoçando na hora do jantar;

Levo vida de banquete, só saio às sete 
Fico em cima do salto alto sem me aguentar

Quando eu ler meus 100 e-mails, ligo pra GIMAT 
Ver se compram uma cadeira melhor pra eu sentar 

Levo vida de banquete, só saio às sete, 
Bato ponto mas eu continuo a trabalhar;

Em outubro vai ter greve, apoio o sindicato, 
Mas depois trabalho o triplo só pra compensar.
domingo, 29 de abril de 2012 0 comentários

Ayres Britto: Só a arte salva o mundo das garras da mesmice

Sou fãnzíssima do ministro Ayres Britto, que agora preside o STF -Supremo Tribunal Federal. Em entrevista à Cynara Menezes, na Carta Capital desta semana, ele diz, lá pelas tantas, ao ser indagado sobre que conselho dar a jovens juízes que tenham formação humanista:

Ayres Britto: ar limpo no STF.
A abertura para a arte. Muito teatro, cinema, música, poesia, canto, dança... Que ele entenda que só a arte salva o mundo das garras da mesmice.A arte é sinônimo de estética, e os gregos colocavam a estética ao lado, com a mesma importância da justiça, da bondade e da verdade. A arte é o caminho para o humanismo, que é o lado direito do cérebro, não por acaso chamado de lado feminino. Tampouco é à toa que a palavra Direito seja masculina e a palavra justiça seja feminina. Sentença vem do verbo sentir. Como você pode sentir estando trancado ali, encastelado ali?

Finaliza a entrevista citando Fernando Pessoa que sempre nos convidava para arrumar as malas rumo ao infinito.

Toda a entrevista, aqui:

 
;