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quinta-feira, 23 de outubro de 2014 0 comentários

CUT.Pa entrega a Helder documento em nome do funcionalismo do Banpará: banco sempre público e cada dia mais forte. Assim como o povo do Pará!

A CUT.Pará, em nome de bancários e bancárias do Banpará, entregou em 13 de outubro o documento a seguir ao futuro governador do Pará, Helder Barbalho, reafirmando o compromisso com o Banpará público, cada vez mais forte, valorizando o funcionalismo e servindo bem ao povo do Pará. 

O documento foi entregue pessoalmente pela funcionária do Banpará e diretora de Comunicação da CUT.Pará, Vera Paoloni, acompanhada pelo vice-presidente do Sindicato dos Bancários do Pará, Marco Aurélio Vaz, no hotel Crowne, em Belém.

Leia a íntegra do ofício da CUT e do documento entregue ao futuro governador.

E dia 26, vamos de #Dilma13 #Helder15.

***

Futuro governador Helder Barbalho recebe o documento sobre Banpará das mãos da CUT.Pará
Belém-PA, 13 de outubro de 2014.
Ao

Sr. Helder Barbalho


Senhor candidato a governador do Pará,

Em nome de bancários e bancárias do Banpará, a CUT.Pa apresenta este documento, solicitando o compromisso do candidato com o desenvolvimento do Pará, fortalecimento do Banpará e valorização do funcionalismo.  O Banpará tem hoje 1.600 trabalhadores e trabalhadoras, está presente em 77 municípios, tem 54 agências, 60 postos de atendimento bancária e a direção geral/Matriz funcionando em Belém.Pa


Saudações CUTistas,


Martinho Souza
Pte CUT.Pa

Vera Paoloni
Diretora Com. CUT.Pa


                 
*

O BANPARÁ QUE QUEREMOS: FORTE COMO SEU POVO

Os trabalhadores e trabalhadoras do Banpará, que conhecem e constroem no dia-a-dia com muito trabalho e dedicação o crescimento do Banco do Estado do Pará S.A, almejam um modelo de gestão que priorize uma relação democrática e voltada ao fortalecimento e ao desenvolvimento
sustentável do nosso Estado do Pará, com a consequente valorização de seu funcionalismo em que o diálogo efetivo permanente seja uma constante.

Para contemplar os anseios dos trabalhadores e trabalhadoras do Banco, bem como da sociedade paraense, temos propostas para que o Banpará seja mais fortalecido como banco público estadual, a fim de que desenvolva
políticas sociais e de fomento que se espalhem em todo o Estado do Pará e melhorem a vida do povo paraense e dos que moram e residem.

Fortalecer o Banpará significa torná-lo cada vez mais público e voltado para o desenvolvimento regional, como importante instrumento de crédito a serviço das políticas públicas.

Para o funcionalismo do Banpará e para a CUT.Pa, o Banpará é fundamental e indispensável para a economia e para a sociedade paraense. Assim como a valorização de seu maior patrimônio – o funcionalismo.

Por isso, vimos de público defender o Banpará de forma intransigente contra toda e qualquer iniciativa que possam enfraquecê-lo e retirá-lo dos paraenses.

Destacamos como importante ao fortalecimento do Banpará:

1. NÃO a qualquer tentativa de privatização, federalização, encampação ou outra medida de enfraquecimento do Banpará como banco público estadual;

2. A implantação de uma política que promova o desenvolvimento da região, com geração de emprego e renda e responsabilidade sócio-ambiental;

3. Ampliação da presença do Banpará para todos os municípios do Estado do Pará, priorizando as áreas onde está estabelecida uma nova economia a partir de políticas públicas;

4. Adoção de medidas preventivas contra assaltos e sequestros, visando a segurança dos bancários e bancárias e ainda de seus usuários e clientes;

5. Rever as consultorias existentes, tanto quanto à real necessidade de sua existência e respectivos valores;

6. Ampliar o atendimento ao empreendedorismo solidário, via carteira de microcrédito para os 144 municípios;

7. Ter convênio com a COHAB para implantar via Banpará o Minha Casa, Minha Vida.

8. Ter critérios técnicos como prioritários para a formação da diretoria do Banpará, levando em consideração o conhecimento do funcionalismo do banco sobre a instituição, a missão social e o Estado do Pará;

9. Ter canal permanente de diálogo com o governo e com a direção do banco;

10. Ter um processo transparente de comissionamento e estabelecer com as entidades sindicais critérios objetivos para descomissionamento e que estes não fiquem ao sabor dos humores da direção;

11. Convocação imediata de mais 200 empregados aprovados no último concurso;

12. Mais investimentos em tecnologia para melhorar ainda mais o atendimento ao público;

13. Ampliar e criar mecanismos que atendam os setores mais carentes da sociedade como forma de combater as desigualdades sociais, democratizando e ampliando o crédito;

14. Criação e estruturação do gabinete para o representante eleito pelo funcionalismo para o Conselho de Administração;

15. Ter um Banpará Cultural, um espaço para a cultura, com a marca do Banpará.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014 1 comentários

Programa de governo de Aécio Never exige a redução do papel dos bancos públicos. Nós já vimos esse filme e o que significou em nossas vidas...

Como Aécio Never vai fortalecer os bancos públicos se a política que ele segue é do enxugamento, demissão e arrocho? 3 pulgas atrás da orelha é pouco...
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Cinismo, mentira e deboche são os ingredientes principais de Aécio Never. Ontem à noite, no debate da TV Record, o arauto da privatização e do arrocho, teve o desplante de dizer que vai fortalecer os bancos públicos, vai profissionalizar e vai acabar com indicação política nessas instituições.

Ora, como disse meu amigo Victor Neiva no seu Facebook, que moral tem Aécio que aos 25 anos foi diretor da Caixa Econômica por indicação e não do quadro de carreira e agora vem dizer que vai acabar com indicações políticas nos bancos públicos? Só pra lembrar, o Pizzolato era do quadro de funcionários do Banco do Brasil. Mas tu, Aécio, tu eras da Caixa? Claro que não!

E vai fortalecer como, se a receita do neoliberalismo é do enxugamento, da demissão e do arrocho? Eles, PSDB no governo, trouxeram aos bancários de bancos públicos mais de 200 mil demissões via PDV - Programa de Demissão Voluntária, anos a fio de reajuste zero, perseguições e nenhum direito.  E os 23 dos 27 bancos estaduais foram liquidados no período trevoso do PSDB no país. Na Caixa Econômica, havia até demissão sem justa causa via RH 008, uma famigerada norma interna que levou ao desemprego mais de  442 colegas, readmitidos após intensa luta e resistência do movimento sindical. Esse tempo de horror está gravado na memória da nossa pele. Vade retro!

Mais: e o Armínio Fraga (que a galera chama de Praga) reafirmou dias atrás que vai reduzir o papel dos bancos públicos e o que vai sobrar, no final da linha, talvez não muito. Aécio Never tá contradizendo o candidato dele a ministro da Fazenda e que no governo de FHC tanto mal causou ao país, ao emprego, à soberania, à autoestima e aos sonhos dos brasileiros?

Hoje em Brasília tem ato público em defesa das estatais e a CUT e seus sindicatos estarão na linha de frente na defesa do emprego, do salário, do poder de compra e do fortalecimento das estatais, dos bancos públicos. Daqui de Belém, estarei irmanada nessa luta que é permanente e muito mais agora, quando as trevas do PSDB, Malafaia, Feliciano e Arrocho Neves ameaçam voltar. 

Em seu facebook, o compa Pedro Eugênio fez um pequeno dicionário tucanês, pra que se entenda bem o que é o neoliberalismo em nossas vidas. E pra entender melhor os economistas do PSDB de Aécio Never.

Pequeno Dicionário Tucanês:
1 - colchão de mão de obra = milhões de desempregados; 
2 - diminuir o custo Brasil = retirar direitos trabalhistas; 
3 - redimensionar o tamanho do Estado = privatizar e demitir; 
4 - redimensionar a Caixa ou BB = fechar centenas de agências; 
5 - inflação de 3% ao ano = taxa básica de juros de 25%; 
6 - reprimir a demanda = arrocho salarial; 
7 - diminuir a liquidez = aumentar o compulsório e/ou fechar linhas de crédito; 
8 - atender as expectativas do mercado = aumentar as taxas de juros; 
9 - frear os gastos nas estatais = não contratar novos funcionários; 10 - Nova política externa = alinhamento incondicional aos EUA.


Pra finalizar, não deixem de ler o tuíte do Paulo Henrique Amorim, ontem à noite, mostrando que a elite chama o Lula de analfabeto, mas quem conjuga tudo errado é o Aécio Never: não haverão, a maioria são... Ou seja, o playboy do Leblon não gazetou só as sessões do Senado, mas também as aulas de gramática. A imagem do tuíte taí embaixo.

Bom dia e com certeza,o Pará e o Brasil são #MelhorComDilma13

O funcionalismo dos bancos públicos, já tá com a pulga atrás da orelha, Dilma.

E depois, o analfabeto é o Lula...

Movimento sindical: na resistência e luta, sempre.


Só pra comparar os 2 governos.
Assim o PSDB governa...
O crescimento da Caixa nos governos do PT.
A receita da privatização.
Armínio Praga, ops Fraga e como ele quer os bancos públicos.
 
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