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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015 0 comentários

A alegria pede passagem pohaaaaaaa...hoje eu tomar um porre, não me socorre eu tou feliz....explode, coração!

Hoje eu vou tomar um porre, não me socorre, eu tou feliz! 
Fizemos em todo o Brasil atos pai d'éguas em defesa da democracia e contra o golpe. Em Belém, foi embaixo de chuva.
Levy se despediu em reunião e governo já procura substituto. 
Procuradoria Geral da República pediu a saída do Cunha. 
STF derrubou neste dia 17/dez/15 o voto secreto na votação da Câmara. 
Comissão votada na marra pró impeachment também não tá valendo.
Éguaaaa vou ter Natal pohaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!
Basta isso: um abraço, uma careta, felicidade...


Galera de casa, feliz neste 1º.jan.15, em Brasília. Posse Dilma!

Meu lema de vida e de luta!
Ruas molhadas, militância molhada em Belém e encarando chuva com alegria: não vai ter golpe!

Garoto no ombro do pai na caminhada de 3,5 km em Belém dia 16/dezq15: #ForaCunha!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012 2 comentários

PT: STF julgou sem dar ampla defesa e condenou pessoas que são e não pelo que teriam feito. Democracia e liberdade em total risco!

Reunida nesta quarta-feira, 14 de novembro/2012, em SP, a Executiva Nacional do PT divulgou nota sobre o julgamento do STF e as penas desferidas contra filiados do PT, aos quais tenho a honra de me solidarizar. E continuarei, como há 32 anos, desde a fundação do PT, a empunhar as bandeiras petistas das liberdades, da solidariedade e de fazer política com amor e generosidade.

O STF errou calculadamente, fez um julgamento político, não deu o direito de ampla defesa, inverteu o ônus da prova e criou precedentes jurídicos perigosos para a democracia (fiz alguns grifos). 

Mais do que nunca, é preciso que a militância petista resista e vá às ruas e a todos os lugares mostrando os erros gravíssimos neste brutal julgamento. É na resistência, na persistência e com unidade e luta que venceremos!

Borilá, PT!É só mais uma gigantesca luta.
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N charge do Bessinha, a síntese do que quiseram - e querem - PIG e STF: criminalizar e acabar com o PTpt!
O PT  e o julgamento da Ação Penal 470
 O PT, amparado no princípio da liberdade de expressão, critica e torna pública sua discordância da decisão do Supremo Tribunal Federal que, no julgamento da Ação Penal 470, condenou e imputou penas desproporcionais a alguns de seus filiados.

 1. STF não garantiu o amplo direito de defesa
O STF negou aos réus que não tinham direito ao foro especial a possibilidade de recorrer a instâncias inferiores da Justiça. Suprimiu-lhes, portanto, a plenitude do direito de defesa, que é um direito fundamental da cidadania internacionalmente consagrado.

A Constituição estabelece, no artigo 102, que apenas o presidente, o vice-presidente da República, os membros do Congresso Nacional, os próprios ministros do STF e o Procurador Geral da República podem ser processados e julgados exclusivamente pela Suprema Corte. E, também, nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade, os ministros de Estado, os comandantes das três Armas, os membros dos Tribunais superiores, do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática em caráter permanente.

Foi por esta razão que o ex-ministro Marcio Thomaz Bastos, logo no início do julgamento, pediu o desmembramento do processo. O que foi negado pelo STF, muito embora tenha decidido em sentido contrário no caso do “mensalão do PSDB” de Minas Gerais.

Ou seja: dois pesos, duas medidas; situações idênticas tratadas desigualmente.

Vale lembrar, finalmente, que em quatro ocasiões recentes, o STF votou pelo desmembramento de processos, para que pessoas sem foro privilegiado fossem julgadas pela primeira instância – todas elas posteriores à decisão de julgar a Ação Penal 470 de uma só vez.

Por isso mesmo, o PT considera legítimo e coerente, do ponto de vista legal, que os réus agora condenados pelo STF recorram a todos os meios jurídicos para se defenderem.

2. O STF deu valor de prova a indícios
Parte do STF decidiu pelas condenações, mesmo não havendo provas no processo. O julgamento não foi isento, de acordo com os autos e à luz das provas. Ao contrário, foi influenciado por um discurso paralelo e desenvolveu-se de forma “pouco ortodoxa” (segundo as palavras de um ministro do STF). Houve flexibilização do uso de provas, transferência do ônus da prova aos réus, presunções, ilações, deduções, inferências e a transformação de indícios em provas.

À falta de elementos objetivos na denúncia, deduções, ilações e conjecturas preencheram as lacunas probatórias – fato grave sobretudo quando se trata de ação penal, que pode condenar pessoas à privação de liberdade. Como se sabe, indícios apontam simplesmente possibilidades, nunca certezas capazes de fundamentar o livre convencimento motivado do julgador. Indícios nada mais são que sugestões, nunca evidências ou provas cabais.

Cabe à acusação apresentar, para se desincumbir de seu ônus processual, provas do que alega e, assim, obter a condenação de quem quer que seja. No caso em questão, imputou-se aos réus a obrigação de provar sua inocência ou comprovar álibis em sua defesa—papel que competiria ao acusador. A Suprema Corte inverteu, portanto, o ônus da prova.

3. O domínio funcional do fato não dispensa provas
O STF deu estatuto legal a uma teoria nascida na Alemanha nazista, em 1939, atualizada em 1963 em plena Guerra Fria e considerada superada por diversos juristas. Segundo esta doutrina, considera-se autor não apenas quem executa um crime, mas quem tem ou poderia ter, devido a sua função, capacidade de decisão sobre sua realização. Isto é, a improbabilidade de desconhecimento do crime seria suficiente para a condenação. 

Ao lançarem mão da teoria do domínio funcional do fato, os ministros inferiram que o ex-ministro José Dirceu, pela posição de influência que ocupava, poderia ser condenado, mesmo sem provarem que participou diretamente dos fatos apontados como crimes. Ou que, tendo conhecimento deles, não agiu (ou omitiu-se) para evitar que se consumassem. Expressão-síntese da doutrina foi verbalizada pelo presidente do STF, quando indagou não se o réu tinha conhecimento dos fatos, mas se o réu “tinha como não saber”...

Ao admitir o ato de ofício presumido e adotar a teoria do direito do fato como responsabilidade objetiva, o STF cria um precedente perigoso: o de alguém ser condenado pelo que é, e não pelo que teria feito. 

Trata-se de uma interpretação da lei moldada unicamente para atender a conveniência de condenar pessoas específicas e, indiretamente, atingir o partido a que estão vinculadas.

4. O risco da insegurança jurídica
As decisões do STF, em muitos pontos, prenunciam o fim do garantismo, o rebaixamento do direito de defesa, do avanço da noção de presunção de culpa em vez de inocência. E, ao inovar que a lavagem de dinheiro independe de crime antecedente, bem como ao concluir que houve compra de votos de parlamentares, o STF instaurou um clima de insegurança jurídica no País.

Pairam dúvidas se o novo paradigma se repetirá em outros julgamentos, ou, ainda, se os juízes de primeira instância e os tribunais seguirão a mesma trilha da Suprema Corte.

Doravante, juízes inescrupulosos, ou vinculados a interesses de qualquer espécie nas comarcas em que atuam poderão valer-se de provas indiciárias ou da teoria do domínio do fato para condenar desafetos ou inimigos políticos de caciques partidários locais. 

Quanto à suposta compra de votos, cuja mácula comprometeria até mesmo emendas constitucionais, como as das reformas tributária e previdenciária, já estão em andamento ações diretas de inconstitucionalidade, movidas por sindicatos e pessoas físicas, com o intuito de fulminar as ditas mudanças na Carta Magna.

Ao instaurar-se a insegurança jurídica, não perdem apenas os que foram injustiçados no curso da Ação Penal 470. Perde a sociedade, que fica exposta a casuísmos e decisões de ocasião. Perde, enfim, o próprio Estado Democrático de Direito.

5. O STF fez um julgamento político 
Sob intensa pressão da mídia conservadora—cujos veículos cumprem um papel de oposição ao governo e propagam a repulsa de uma certa elite ao PT - ministros do STF confirmaram condenações anunciadas, anteciparam votos à imprensa, pronunciaram-se fora dos autos e, por fim, imiscuiram-se em áreas reservadas ao Legislativo e ao Executivo, ferindo assim a independência entre os poderes.

Único dos poderes da República cujos integrantes independem do voto popular e detêm mandato vitalício até completarem 70 anos, o Supremo Tribunal Federal - assim como os demais poderes e todos os tribunais daqui e do exterior - faz política. E o fez, claramente, ao julgar a Ação Penal 470.

Fez política ao definir o calendário convenientemente coincidente com as eleições. Fez política ao recusar o desmembramento da ação e ao escolher a teoria do domínio do fato para compensar a escassez de provas.

Contrariamente a sua natureza, de corte constitucional contra-majoritária, o STF, ao deixar-se contaminar pela pressão de certos meios de comunicação e sem distanciar-se do processo político eleitoral, não assegurou-se a necessária isenção que deveria pautar seus julgamentos.

 No STF, venceram as posições políticas ideológicas, muito bem representadas pela mídia conservadora neste episódio: a maioria dos ministros transformou delitos eleitorais em delitos de Estado (desvio de dinheiro público e compra de votos).

Embora realizado nos marcos do Estado Democrático de Direito sob o qual vivemos, o julgamento, nitidamente político, desrespeitou garantias constitucionais para retratar processos de corrupção à revelia de provas, condenar os réus e tentar criminalizar o PT. Assim orientado, o julgamento convergiu para produzir dois resultados: condenar os réus, em vários casos sem que houvesse provas nos autos, mas, principalmente, condenar alguns pela “compra de votos” para, desta forma, tentar criminalizar o PT.

Dezenas de testemunhas juramentadas acabaram simplesmente desprezadas. Inúmeras contraprovas não foram sequer objeto de análise. E inúmeras jurisprudências terminaram alteradas para servir aos objetivos da condenação.

Alguns ministros procuraram adequar a realidade à denúncia do Procurador Geral, supostamente por ouvir o chamado clamor da opinião pública, muito embora ele só se fizesse presente na mídia de direita, menos preocupada com a moralidade pública do que em tentar manchar a imagem histórica do governo Lula, como se quisesse matá-lo politicamente. O procurador não escondeu seu viés de parcialidade ao afirmar que seria positivo se o julgamento interferisse no resultado das eleições.

A luta pela Justiça continua
O PT envidará todos os esforços para que a partidarização do Judiciário, evidente no julgamento da Ação Penal 470, seja contida. Erros e ilegalidades que tenham sido cometidos por filiados do partido no âmbito de um sistema eleitoral inconsistente - que o PT luta para transformar através do projeto de reforma política em tramitação no Congresso Nacional - não justificam que o poder político da toga suplante a força da lei e dos poderes que emanam do povo.

Na trajetória do PT, que nasceu lutando pela democracia no Brasil, muitos foram os obstáculos que tivemos de transpor até nos convertermos no partido de maior preferência dos brasileiros. No partido que elegeu um operário duas vezes presidente da República e a primeira mulher como suprema mandatária. Ambos, Lula e Dilma, gozam de ampla aprovação em todos os setores da sociedade, pelas profundas transformações que têm promovido, principalmente nas condições de vida dos mais pobres. 

 A despeito das campanhas de ódio e preconceito, Lula e Dilma elevaram o Brasil a um novo estágio: 28 milhões de pessoas deixaram a miséria extrema e 40 milhões ascenderam socialmente.

Abriram-se novas oportunidades para todos, o Brasil tornou-se a 6ª economia do mundo e é respeitado internacionalmente, nada mais devendo a ninguém.

Tanto quanto fizemos antes do início do julgamento, o PT reafirma sua convicção de que não houve compra de votos no Congresso Nacional, nem tampouco o pagamento de mesada a parlamentares. Reafirmamos, também, que não houve, da parte de petistas denunciados, utilização de recursos públicos, nem apropriação privada e pessoal.

Ao mesmo tempo, reiteramos as resoluções de nosso Congresso Nacional, acerca de erros políticos cometidos coletiva ou individualmente.

É com esta postura equilibrada e serena que o PT não se deixa intimidar pelos que clamam pelo linchamento moral de companheiros injustamente condenados. Nosso partido terá forças para vencer mais este desafio. Continuaremos a lutar por uma profunda reforma do sistema político - o que inclui o financiamento público das campanhas eleitorais - e pela maior democratização do Estado, o que envolve constante disputa popular contra arbitrariedades como as perpetradas no julgamento da Ação Penal 470, em relação às quais não pouparemos esforços para que sejam revistas e corrigidas.

Conclamamos nossa militância a mobilizar-se em defesa do PT e de nossas bandeiras; a tornar o partido cada vez mais democrático e vinculado às lutas sociais. Um partido cada vez mais comprometido com as transformações em favor da igualdade e da liberdade.

São Paulo, 14 de novembro de 2012.

Comissão Executiva Nacional do PT.
terça-feira, 2 de outubro de 2012 2 comentários

Em Bragança, cresce a mandala da fé, esperança e mudança. No Pará e em todo o Brasil é PT, é 13!!!!

A feiciana petista Taís Krug preparou pílulas que resumem bem o jeito petista de governar. Tá na #RedePT13 e pode ser utilizada como antídoto anti-PIG nestes últimos dias antes da eleição em 1º turno. 

E na querida cidade de Bragança (que tem 399 anos), a 200 km de Belém, cresce a candidatura petista do Padre Nelson em círculos de fé, esperança e mudança. 

Firmes na caminhada, militância da resistência! O PT é bom de governo!!!

P.S. - O ódio de classe está presente nestas eleições no Pará e é tão forte, há tanta violência e tanta insegurança cercando o pleito e a população que a Executiva do PT-Pa e as bancadas estaduais e federais de deputados petistas encaminharam ofício ao TRE - Tribunal Regional Eleitoral requerendo mais policiamento e forças federais nos municípios de Abaetetuba, Almeirim, Bom Jesus do Tocantins, Bragança, Cametá, Ipixuna do Pará, Mãe do Rio, Marabá, Nova Esperança do Piriá, Parauapebas e Santarém. 

Esta reunião em forma de mandala de fé e esperança é no alto, no mirante de São Benedito, o Santo Preto padroeiro de Bragança. (Fotos da campanha de Padre Nelson)
As pílulas da Taís Krug mostrando o que o PT fez pelo país:







É 13, é Alfredo
Em Belém, é Alfredo13! Proposta da campanha 13 Alfredo.
sexta-feira, 20 de julho de 2012 1 comentários

Bolsa Família e salário tiram 36,5% pessoas da extrema pobreza. Taí uma boa nova!

Hoje meu filhote mais novo completa 25 anos, sou só gratidão e caço uma boa nova pra blogar neste dia tão belo e tão especial. Gosto de boas notícias e sei que tem outros compas garimpeiros de boas novas como o Ricardo Kotscho, o Paulo Roberto Ferreira.

E esta é uma boa, uma grande notícia: com o Bolsa Família e o aumento nos salários, a pobreza no Brasil cai 36,5% , isto é, 27,9 milhões de pessoas saíram da condição de extrema pobreza.

Mesmo com esses números robustos e maravilhosos do programa petista acertado de transferência de renda, ainda tem 8,5% da população brasileira vivendo na pobreza profunda, ou seja, ainda tem 16,27 milhões de pessoas sem pai nem mãe e a região Norte é que a tem segunda maior incidência de pobreza, 16,8%. E 59,9% do total nacional é do Nordeste. Na região vizinha e irmã, são 9,61 milhões de pessoas muito, muito pobres.

A notícia não mereceu destaque e nem festa por parte das velhas mídias, é lógico! O estudo foi feito pela OIT -Organização Internacional do Trabalho, foi divulgado ontem e a notícia toda está aqui. 

Por essas e outras é que sou PT!



sábado, 30 de junho de 2012 0 comentários

Não é clichê a força e a garra da militância petista. Subverte a ordem na raça, na manha e no barulho...

Como diz o César Teixeira, compositor maranhense,hoje eu tou assim"... "... com uma vontade louca de ver o dia sair pela boca"... 
A força renovada da militância petista inspira isso.
A gente ouviu e cantou. Clica e canta junto. São os jingles do PT.
Linda imagem: militância petista unida e com energia pra levar ao 2º turno o companheiro Alfredo Costa, nosso candidato a prefeito de Belém. 


Foi bonita a festa, pá! Linda e emocionante a convenção do PT em Belém, ontem à noite na sede do Paysandu (podia ser na sede do Remo, pra ser mais bonita ainda, mas enfim).

A convenção tava marcada pras cinco da tarde, mas só começou mesmo depois das 8:30. Calorão provocado pela maresia de gente e pelos piques de luz, que a Celpa privatizada pelos tucanos e agora falida não presta mais pra nada, a não ser pra aumentar a tarifa de energia e faltar na hora que mais se precisa. A Celpa precisa é ser logo federalizada pelo governo Dilma, mas esse é outro post. O de hoje é sobre a militância petista na convenção do PT.

A militância foi chegando, foi se arrumando e foi cantando as músicas do PT. Risos, abraços, palavras de ordem, uma mistura de cores,pensamentos, vontades, resistência, teimosia e alegria, marcas petistas da mais linda e vibrante militância do país.

É uma militância que subverte a ordem, no silêncio e no barulho. Que vai invertendo as prioridades no cotidiano, no partido e na burocracia. Com fé, esperança, sonho e muita energia renovada! É desse material que a gente é feito! É muito pai d'égua ser do PT há 32 anos!

E como é Dia de São Marçal, fica aí a canção de César Teixeira:

"“Mamãe, eu tou com uma vontade louca/ de ver o dia sair pela boca/ de ver Maria cair da janela/ de ver maresia/ ai, maresia”


P.S - Ah! e não deixem de ler o belo testemunho do petista blogueiro Luís Cavalcante, ele também um dos bons encrenqueiros petistas rsrsrsrs
 
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