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domingo, 19 de agosto de 2018 0 comentários

Eita agosto de tanta emoção diversa. Uma certeza eu tenho: dia 7 de outubro, vai dar 13!

De 12 a 19 de agosto, que semana esta de emoções tão diversas, sacudindo a alma e o corpo da gente: dor, tristeza,alegria, choro, esperança, desânimo, energia, revolta, esperança de novo e um caminhar acelerado nesse processo de resistência ao golpe, sem tempo de chorar direito os lutos e curtir as alegrias.

Dia 12, niver do meu sobrinho-filho Marco Aurélio que aguarda internado direto há quase cem dias por um coração, se blindando de fé e esperança todo santo dia. Dia 14 de agosto, niver da netinha Sophia e já de noite, a notícia devastadora do desencarne do Ulisses Manaças, grande e querido companheiro do MST, abatido pelo câncer. Dia 15, em Brasília, caminhar com mais de 50 mil pessoas que foram acompanhar o registro de Lula no TSE- Tribunal Superior Eleitoral, recado ao mundo que somos todas Lula. Negociações de 2 acordos no Banco do Estado do Pará (ação judicial e campanha salarial),eleições dos comitês do Banpará em que tive a honra de ser a mais votada nos 3 comitês em que me inscrevi, o que dá mais responsa à função de representar os colegas.

O nome é Ulisses Manaças e nos deixou dia 14/8/18. Miguelzinho, neste domingo, 19/8/18.
Nesses dias também entrou no ar o tempo da propaganda eleitroral, os debates (sem Lula), população de Roraima queimando venezuelanos. Doído!
Dia 18, niver do meu filho primogênito e na madrugada deste dia 19, a notícia-pancada que outro grande e querido companheiro, Miguelzinho, tinha desencarnado, vitimado por um infarto fulminante. Ulisses , com 45 anos. Miguelzinho, 50. Ulisses, um lutador da reforma agrária e um elaborador de análises de conjuntura como poucos, alem de leve, amigo,presente. Miguelzinho, um lutador da moradia popular. E a segunda-feira, dia 20, faz 9 anos que meu mano Zé Wilson nos deixou.
 Não tá fácil!
Lina foto de Leonardo Milano/Mídia Ninja de 15/8/18, em Brasília.

É 13 - No meio desse chacoalhar de emoções, uma certeza se aconchega no meu coração: preso injustamente e mantido prisioneiro, Lula se espalha por todo o país e eu não tenho dúvidas de que vai dar 13 dia 7 de outubro, dia das eleições. É a revanche do povo, envenenado pelas mentiras da Globo, massacrado por um parlamento que votou atrocidades responsáveis por quase 30 milhões de desempregados, um povo pisoteado pela ausência de justiça de um judiciário que deveria zelar pelos direitos e pela democracia, e não confiscá-los.
Com este texto, descongelo meu blog que tá sem uma linha faz meses. E fica aqui a mensagem que fiz pro Rogério no dia do niver dele, 18. E que Deus e Nazica abençoem a semana que entra! Prossigo na luta com esperança militante:
👇
 E tu nasceste num 18 de agosto após 13 horas de loooongo e sofrido trabalho de parto, na Ordem Terceira, em Belém, às 13:40. Plena ditadura militar. 18 de agosto de 1976. >8 bebês nasceram ali naquele dia e a enfermaria exibia 8 mães com.seus curumins às 5 da tarde quando minha mana Ana Rosa e minha mãe entraram na hora da visita e a mana, botando o sobrinho no colo, disse bem alto: é o mais lindo de todos, meu Rogerinho!
As outras 7 mães meio que não gostaram dessa corujice amplificada, mas sorriram, entendendo a alegria. Era uma tia saudando a chegada do primeiro sobrinho, primeiro filho, primeiro neto.
💋
Filho, meu abraço carinhoso de parabéns pelo teu niver. Felicidades, muito aconchego, saúde, riso, saúde, paz, algum dindim, boas camaradagens e vitórias!
Vai ser feliz!
💜❤🌷🎂🎂🎂🎂🎁🎁🎁🎁🍺🍺🎢
#FamíliaÉTudoDeBom
#BDayRogério


domingo, 17 de junho de 2018 0 comentários

Quando a seleção fizer gol ou boa jogada , grite acompanhando a voz do povo: #LulaLivre!

Broguito quase tendo um troço, tanto tempo largado, sem um mísero letrinha...Mas hoje é domingo 17/6/18, o Brasil entra em campo à tarde na Copa da Rússia jogando contra a Suíça e me sinto intimada a escrever umas mal traçadas linhas. Calor gigante em Belém e frio de rachar no Rio Grande do Sul, em Curitiba, em São Paulo. Verãozão em Belém e em toda a Amazônia.  E no dia em que nossa  seleção entra em campo, bom saber o panorama político desta semana no Brasil, após o golpe que derrubou Dilma da presidência, encarcerou Lula, congela gastos com saúde, educação e políticas públicas por 20 anos, aprovou uma contrarreforma trabalhista nefasta e quer dinamitar todas as empresas públicas e entregar o pré-sal para o estrangeiro:

- Judiciário mantém Lula preso injustamente há 72 dias. Resistência à prisão continua...
- Judiciário adiou o julgamento de Aécio/PSDB; 
- Judiciário define agora que condução coercitiva é proibido. Então, só valeu para o Lula, né? Assim como as pedaladas fiscais serviram apenas para condenar Dilma e o Domínio do Fato só valeu para o Zé Dirceu😈; 
- Judiciário anulou depoimento de réu que citou Beto Richa (PSDB); 
- Judiciário pediu arquivamento do inquérito contra Aloysio Nunes (PSDB);
- Judiciário pediu arquivamento no escândalo do cartel do metrô nos governos Alckmin e Serra (PSDB).

Pois com toda essa montanha de atos trevosos de Temer e seus aliados contra o povo, com ressonância infernal da mídia golpista e aval do judiciário, eis a resistência brota em tudo que é lugar e o povo clama, com a voz do coração: queremos Lula! E no coração, ninguém manda!
Meu pedido pra ti: hoje, quando a seleção fizer um gol ou uma jogada bonita, grita com a alma e toda a potência de tuas cordas vocais:
#LulaLivre
#LulaInocente
#LulaPresidente
#CopaDaRussia


domingo, 25 de março de 2018 0 comentários

É mentirosa e dissemina ódio a série O Mecanismo, da Netflix. Um show medonho de ódios, mentiras e mau caratismo!

Estreou dia 23/3/18 e está sob intenso açoite a série "O Mecanismo", da Netflix. É um show medonho de ódios, mentiras e mau caratismo! 

Muita gente está cancelando a assinatura da Netflix. Eu sugiro que se negative a série e se diga à Netflix as razões.

Por sinal, as razões estão bem elencadas nessa nota de esclarecimento assinada pela presidenta legítima e eleita Dilma Rousseff e que transcrevo no meu blog.

Quanto a José Padilha, que passe muito mais tarde!
⧭

O mecanismo de José Padilha para assassinar reputações

- Cineasta propaga “fake news" na série de TV  lançada pela Netflix. Dilma desmascara as mentiras

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O país continua vivo, apesar dos ilusionistas, dos vendedores de ódio e dos golpistas de plantão. Agora, a narrativa pró-Golpe de 2016 ganha novas cores, numa visão distorcida da história, com tons típicos do fascismo latente no país.

A propósito de contar a história da Lava-Jato, numa série “baseada em fatos reais”, o cineasta José Padilha incorre na distorção da realidade e na propagação de mentiras de toda sorte para atacar a mim e ao presidente Lula.

A série “O Mecanismo”, na Netflix, é mentirosa e dissimulada. O diretor inventa fatos. Não reproduz “fake news”. Ele próprio tornou-se um criador de notícias falsas.

O cineasta trata o escândalo do Banestado, cujo doleiro-delator era Alberto Yousseff, numa linha de tempo alternativa. Ora, se a série é “baseada em fatos reais”, no mínimo é preciso se ater ao tempo em que os fatos ocorreram. O caso Banestado não começou em 2003, como está na série, mas em 1996, em pleno governo FHC.

Sobre mim, o diretor de cinema usa as mesmas tintas de parte da imprensa brasileira para praticar assassinato de reputações, vertendo mentiras na série de TV, algumas que nem mesmo parte da grande mídia nacional teve coragem de insinuar.

Youssef jamais teve participação na minha campanha de reeleição, nem esteve na sede do comitê, como destaca a série, logo em seu primeiro capítulo. A verdade é que o doleiro nunca teve contato com qualquer integrante da minha campanha.

A má fé do cineasta é gritante, ao ponto de cometer outra fantasia: a de que eu seria próxima de Paulo Roberto da Costa. Isso não é verdade. Eu nunca tive qualquer tipo de amizade com Paulo Roberto, exonerado da Petrobras no meu governo.

Na série de TV, o cineasta ainda tem o desplante de usar as célebres palavras do senador Romero Jucá (PMDB-RR) sobre “estancar a sangria”, na época do impeachment fraudulento, num esforço para evitar que as investigações chegassem até aos golpistas. Juca confessava ali o desejo de “um grande acordo nacional”. O estarrecedor é que o cineasta atribui tais declarações ao personagem que encarna o presidente Lula.

Reparem. Na vida real, Lula jamais deu tais declarações. O senador Romero Jucá, líder do golpe, afirmou isso numa conversa com o delator  Sérgio Machado, que o gravou e a quem esclarecia sobre o caráter estratégico do meu impeachment.

Na ocasião, Jucá e Machado debatiam como paralisar as investigações da Lava Jato contra membros do PMDB e do governo Temer, o que seria obtido pela chegada dos golpistas ao poder, a partir do meu afastamento da Presidência da República, em 2016.

Outra mentira é a declaração do personagem baseado em Youssef de que, em 2003, o então ministro da Justiça era seu advogado. Uma farsa. A pasta era ocupada naquela época por Márcio Thomas Bastos. Padilha faz o ataque à honra do criminalista à sorrelfa. O advogado sequer está vivo hoje para se defender.
O cineasta não usa a liberdade artística para recriar um episódio da história nacional. Ele mente, distorce e falseia. Isso é mais do que desonestidade intelectual. É próprio de um pusilânime a serviço de uma versão que teme a verdade.

É como se recriassem no cinema os últimos momentos da tragédia de John Kennedy, colocando o assassino, Lee Harvey Oswald, acusando a vítima. Ou Winston Churchill acertando com Adolf Hitler uma aliança para atacar os Estados Unidos. Ou Getúlio Vargas muito amigo de Carlos Lacerda, apoiando o golpe em 1954.

O cineasta faz ficção ao tratar da história do país, mas sem avisar a opinião pública. Declara basear-se em fatos reais e com isso tenta dissimula o que está  fazendo, ao inventar passagens e distorcer os fatos reais da história para emoldurar a realidade à sua maneira e ao seu bel prazer.

Reitero meu respeito à liberdade de expressão e à manifestação artística. Há quem queira fazer ficção e tem todo o direito de fazê-lo. Mas é forçoso reconhecer que se trata de ficção. Caso contrário, o que se está fazendo não está baseado em fatos reais, mas em distorções reais, em “fake news” inventadas.

DILMA ROUSSEFF

http://dilma.com.br/o-mecanismo-de-jose-padilha-para-assassinar-reputacoes/
quinta-feira, 19 de maio de 2016 0 comentários

Mulheres e homens de bem deste país só têm um caminho: lutar muito pra diminuir o tamanho do estrago que esse governo trevoso e ilegítimo joga sobre nossas vidas, sonhos e direitos......

'Tou há dias querendo escrever e sempre adiando, botando uma outra tarefa na frente e adiando a escrita, empurrado mais pra frente este momento de fazer um balanço inicial do terror jogado sobre a população brasileira, a democracia, os direitos, nossas vidas... Talvez, fazendo um breve luto. Talvez.

Faz só uma semana desde aquele 12 de maio de 2016, dia em que Dilma foi deposta sem ter um único pecado venial, um delitinho qualquer. Dilma e os mais de 54 milhões de votos nela depositados foram jogados na lata do lixo por um tenebroso conluio: pela mídia golpista, pelo Congresso Nacional e pelo silêncio cúmplice do STF - Supremo Tribunal Federal, justo ele que deveria ser o guardião da Constituição, do Estado Democrático de Direito. 

Faz só uma semana, mas tem tanta treva e tanto horror nesta semana, que é como se carregássemos um século de peso nas costas.

E nestes 7 dias do desgoverno usurpador e ilegitimo de Temer, tivemos o anúncio do enxugamento do Estado justo nas políticas políticas de inclusão: extinção dos ministérios da Cultura, Previdência, Mulheres, Igualdade Racial, a eliminação da vinculação constitucional dos recursos pra saúde e educação. Quer mexer nas regras o pré-sal, tirando o passaporte das futuras gerações e para as atuais que estão empregadas, aponta com o fim da CLT - Consolidação das Leis do Trabalho, a terceirização sem limites e joga o mundo do trabalho e dos direitos sociais para mais de um século de retrocesso. Sem contar que vai tirar o Bolsa Família de de 39 milhões de pessoas e a assistência via o Programa Mais Médicos.

 Com o golpe, a treva fascista, reprimida pela luz da democracia e das políticas públicas dos últimos 13 anos, se ergueu  furiosa e é com sanha assassina que parte pra cima dos direitos, da cidadania, da democracia. Mulheres são o primeiro grade alvo, pois como já dizia Simone de Beauvoir, "basta uma crise política, econômica e religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados".

O golpismo não contava com a reação de artistas, intelectuais, movimentos sociais, mulheres, jovens que vêm denunciando o golpe. E vem disputando a narrativa do golpe nas redes sociais e nas ruas.

Eu não bati panela, não gritei "Fora, Dilma, Fora PT, Fora Todos", não invoquei essas trevas que cravam os dentes sobre nossos direitos e sobre a democracia. Que tem como propósito firme arrancar sonhos, soberania nacional, cidadania e empregos, e enterrar o combate à corrupção. O maior exemplo é ter extinguido a CGU - Controladoria Geral da União, que fiscalizava o Executivo. E também ter entre os novos ministros, 7 investigados por corrupção na Lava Jato. E um líder de governo acusado de homicídio e corrupção.

Vendo tudo isso, me solidarizo com Dilma, Lula, Zé Dirceu e sinto na pele que ou lutamos muito, ou gritamos muito, ou Temer, Cunha & Cia, farão um estrago muito maior.
Aos usurpadores, interessa o silêncio e todo mundo obediente e sem nada questionar.

Diante disso, nós da classe  trabalhadora e que defendemos a democracia só temos um caminho: lutar, lutar e lutar para diminuir o tamanho do estrago que farão nas nossas vidas e das futuras gerações. Vou estar no time da luta!

Dilma, força querida! Eu e mamãe todos os dias rezamos por ti e pelo Lula.
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Atualizado às 21:20 do dia 19 de maio de 2016 - Tinha acabado de publicar este post, quando soube que a presidenta Dilma está sitiada no Palácio da Alvorada, sob forte esquema de segurança que dificulta e quase impede as pessoas de terem acesso a ela. Senador Jorge Viana, do PT do Acre, fez a denúncia. 
É a ditadura. O golpe dentro do golpe!



Síntese da fala da presidenta Dilma no dia 12 de maio de 2016, em Brasília, logo após ser deposta.


Quem bateu panela tá sendo atendido nos seus pedidos. Taí 1 semana de desgoverno


Fazendo contraponto à mídia golpista. Dando nomes aos bois.

Pepe Mujica resumindo bem a luta de classes


Nesta semana, saiba o que aconteceu.

 
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