segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Programa de governo de Aécio Never exige a redução do papel dos bancos públicos. Nós já vimos esse filme e o que significou em nossas vidas...

Como Aécio Never vai fortalecer os bancos públicos se a política que ele segue é do enxugamento, demissão e arrocho? 3 pulgas atrás da orelha é pouco...
______________________________________

Cinismo, mentira e deboche são os ingredientes principais de Aécio Never. Ontem à noite, no debate da TV Record, o arauto da privatização e do arrocho, teve o desplante de dizer que vai fortalecer os bancos públicos, vai profissionalizar e vai acabar com indicação política nessas instituições.

Ora, como disse meu amigo Victor Neiva no seu Facebook, que moral tem Aécio que aos 25 anos foi diretor da Caixa Econômica por indicação e não do quadro de carreira e agora vem dizer que vai acabar com indicações políticas nos bancos públicos? Só pra lembrar, o Pizzolato era do quadro de funcionários do Banco do Brasil. Mas tu, Aécio, tu eras da Caixa? Claro que não!

E vai fortalecer como, se a receita do neoliberalismo é do enxugamento, da demissão e do arrocho? Eles, PSDB no governo, trouxeram aos bancários de bancos públicos mais de 200 mil demissões via PDV - Programa de Demissão Voluntária, anos a fio de reajuste zero, perseguições e nenhum direito.  E os 23 dos 27 bancos estaduais foram liquidados no período trevoso do PSDB no país. Na Caixa Econômica, havia até demissão sem justa causa via RH 008, uma famigerada norma interna que levou ao desemprego mais de  442 colegas, readmitidos após intensa luta e resistência do movimento sindical. Esse tempo de horror está gravado na memória da nossa pele. Vade retro!

Mais: e o Armínio Fraga (que a galera chama de Praga) reafirmou dias atrás que vai reduzir o papel dos bancos públicos e o que vai sobrar, no final da linha, talvez não muito. Aécio Never tá contradizendo o candidato dele a ministro da Fazenda e que no governo de FHC tanto mal causou ao país, ao emprego, à soberania, à autoestima e aos sonhos dos brasileiros?

Hoje em Brasília tem ato público em defesa das estatais e a CUT e seus sindicatos estarão na linha de frente na defesa do emprego, do salário, do poder de compra e do fortalecimento das estatais, dos bancos públicos. Daqui de Belém, estarei irmanada nessa luta que é permanente e muito mais agora, quando as trevas do PSDB, Malafaia, Feliciano e Arrocho Neves ameaçam voltar. 

Em seu facebook, o compa Pedro Eugênio fez um pequeno dicionário tucanês, pra que se entenda bem o que é o neoliberalismo em nossas vidas. E pra entender melhor os economistas do PSDB de Aécio Never.

Pequeno Dicionário Tucanês:
1 - colchão de mão de obra = milhões de desempregados; 
2 - diminuir o custo Brasil = retirar direitos trabalhistas; 
3 - redimensionar o tamanho do Estado = privatizar e demitir; 
4 - redimensionar a Caixa ou BB = fechar centenas de agências; 
5 - inflação de 3% ao ano = taxa básica de juros de 25%; 
6 - reprimir a demanda = arrocho salarial; 
7 - diminuir a liquidez = aumentar o compulsório e/ou fechar linhas de crédito; 
8 - atender as expectativas do mercado = aumentar as taxas de juros; 
9 - frear os gastos nas estatais = não contratar novos funcionários; 10 - Nova política externa = alinhamento incondicional aos EUA.


Pra finalizar, não deixem de ler o tuíte do Paulo Henrique Amorim, ontem à noite, mostrando que a elite chama o Lula de analfabeto, mas quem conjuga tudo errado é o Aécio Never: não haverão, a maioria são... Ou seja, o playboy do Leblon não gazetou só as sessões do Senado, mas também as aulas de gramática. A imagem do tuíte taí embaixo.

Bom dia e com certeza,o Pará e o Brasil são #MelhorComDilma13

O funcionalismo dos bancos públicos, já tá com a pulga atrás da orelha, Dilma.

E depois, o analfabeto é o Lula...

Movimento sindical: na resistência e luta, sempre.


Só pra comparar os 2 governos.
Assim o PSDB governa...
O crescimento da Caixa nos governos do PT.
A receita da privatização.
Armínio Praga, ops Fraga e como ele quer os bancos públicos.

1 comentários:

o fora de campo disse...

ANÉCIO NEVER

 
;