 |
Bateu a paúra, o desespero e a Veja apela miseravelmente pra chantagear membros da CPI do Cachoeira. |
Com a CPI do Cachoeira instalada, começou a
operação-abafa denunciada pelo PT.
Aí a Veja saiu com esta capa, ela que ultimamente, num total ar de paisagem, dava capas de
moda em Paris, enquanto o braseiro ardia sob o senador Demóstenes, o bicheiro Cachoeira, o governador tucano Marconi Perillo, circulava o senador tucano do Pará, Mário Couto e ameaçava avançar mais e mais, até se tornar uma tsnumani no mundo da política corrupta e muitos figurões da República.
Atentíssimo, o blogueiro Altamiro Borges matou a charada e
adiantou o título no sábado: a Veja tá no desespero.
E o blog Conversa Afiada explica bem as razões dessa singelíssima capa. É que
Demóstenes continua a editar a Veja:
Nos últimos dias, o grande alimentador das matérias jornalísticas é o senador Demóstenes Torres. Ele, na condição de réu, passou a ter acesso às peças do inquérito Monte Carlo e, agora, vem vazando as informações que interessam a ele e a Cachoeira serem veiculadas pela imprensa amiga, do jeito que é conveniente a esta veicular.
Todo circo montado pela Globo em torno dos telefonemas de Protógenes e em torno da Delta visam unicamente a tirar Cachoeira, Demóstenes e Perillo do centro das discussões e chantagear os integrantes da CPI. Como na Itália, antes da operação Mãos Limpas, a imprensa brasileira tornou-se hoje um monstrengo em que o partidarismo político casou-se com a criminalidade.
Ajudou a sepultar a Operação Satiagraha e a operação Castelo de Areia; fez de conta que não viu o livro Privataria tucana e, agora, quer sepultar a Operação Monte Carlo.
Assim, protege os seus aliados políticos e seus aliados criminosos, que, são ao mesmo tempo suas fontes e seus patrocinadores.